Archive | November, 2009

Mounstrito Federal

6 Nov

Mucho loca essa animação mexicana de um fazedor de tacos sem carne e os porcos policiais.

E muy buena essa cumbia que a produtora da animação fez como teaser para promover a série (não encontrei outros episódios na web).

Chuleta, cochinita, arrachera, chicharrón
Buche, cachete, tripa, corazón
Pastor, suadero, longaniza con arroz
Tu gírame tu trompo, yo te doy todo mi amor

Señor taquero, en las noches sueño con usted
Y mi mami dice que no puede ser
No me quiere comprender

Señor taquero, mi papá me dice que me va a internar
Pero lo que quiero pa gozar
Lo que necesito, es su longaniza y nada más

Que chichi, que chichi, que chicharrón
Que chichi, que chichi, que chicharrón
Que chichi, que chichi, que chicharrón

Una salsa roja, de la más picosa
Pa gozar y pa mojar Chuleta, cochinita, arrachera, chicharrón
Buche, cachete, tripa, corazón
Pastor, suadero, longaniza con arroz
Tu gírame tu trompo, yo te doy todo mi amor

Señor taquero, en las noches sueño con usted
Y mi mami dice que no puede ser
No me quiere comprender

Señor taquero, mi papá me dice que me va a internar
Pero lo que quiero pa gozar
Lo que necesito, es su longaniza y nada más

Que chichi, que chichi, que chicharrón
Que chichi, que chichi, que chicharrón
Que chichi, que chichi, que chicharrón

Una salsa roja, de la más picosa
Pa gozar y pa mojar

Via @estela_rosa

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Sahara Elektrik

5 Nov

sahara

O grupo de rock alemão Dissidenten é um dos precursores da mistura de sonoridades ocidentais com as indianas e árabes. A Cheetah não achou a citação, mas falam por aí que a Rolling Stones os batizou de “Godfathers of World Beat”. Verdade ou não, o fato é que Sahara Elektrik, disco de 84 gravado no Tangier, Marrocos, com o apoio da banda local Lem Chaheb, é fundamental na audioteca do global guettotecher.

Fata Morgana era hino nos clubes da Itália, Espanha e Canadá. E, certamente, influenciou muitos artistas arabescos que vieram depois, como Transglobal Underground e Renegade Soundwave. John Peel tocou tanto essa música no seu programa da BBC que um ano depois de lançado, Sahara Elektrik ganhou edição inglesa. Já nos EUA, Brian Eno, David Byrne e Paul Simon eram todos fãs.

Dissidenten & Lem Chaheb – Sahara Elektrik

01. Inshallah
02. Fata Morgana
03. El Mounadi – The Desert Life
04. Sahara Elektrik
05. Casablanca – Wacha Wacha
06. Hidden Track
07. Shadows Go Arab

Bônus

Esse vídeo gravado ao vivo recentemente mostra que os caras ainda estão em forma!

Mestre Verequete RIP

4 Nov

verequete

O Governo do Estado do Pará lamenta profundamente a morte do cantor e compositor Augusto Gomes Rodrigues, o Mestre Verequete, de 93 anos, ocorrida no final da manhã desta terça-feira (3), no hospital Barros Barreto, em Belém.

Ícone da cultura paraense, Verequete ficou famoso como compositor popular de carimbó, o ritmo afro-indígena típico do estado que ficou conhecido nacionalmente. A história de Verequete virou o documentário poético Chama Verequete, em 2002, que, no mesmo ano, conquistou Menção Honrosa, no Festival de Curitiba, e Melhor Música, no Festival de Gramado.

Augusto Gomes Rodrigues, o Verequete, nasceu na localidade de Careca, próximo à Vila de Quatipuru, em Bragança, no dia 26 de agosto de 1916. Aos três anos, após perder a mãe, mudou-se com o pai para Ourém, onde iniciou sua trajetória artística, no terreiro da negra “Piticó”.

Cantor e compositor de carimbó, Verequete foi um dos primeiros divulgadores do ritmo nos subúrbios de Belém. Organizou o conjunto “O Uirapuru”, em Icoaraci, e gravou seu primeiro disco em 1970, reunindo uma série de temas de carimbó.

Fonte: Agência Pará

Baixe o disco Na coluna aqui

Via @gafieiras

Cumbia de los muertos

2 Nov

zompantli
Ozomatli – Cumbia de los muertos

Aqui no existe la tristeza
Solo existe la alegriaes
El baile de los queridos
De los queridos del pasado
Mira como baila mi mama
Bailando con mi hermano del pasado
Sus espiritus se juntan bailando
Lleno de alegria y gozando

Cumbia, cumbia (repeat)

Sierta gente solo puede ver
Espiritus bailando entre la gente
Si pueden verlos bailando mis hermanos
Seran bendicidos entre los cielos
Mira como baila mi mama
Bailando con mi hermano del pasado
Sus espiritus se juntan bailando
Lleno de alegria y gozando

Cumbia, cumbia (repeat)

Chali’s rap:

As sure as your heart muscle rests in your chest cavity
We ask God to bless these festivities
Yet, this hostility felt between you and me stops
Opportunity given to spread unity
2na be rhythmically wiping sadness clear
Reggae cumbia mixtures create this atmosphere
People packin cheer simply ’cause these songs show depth
Giving shouts to these victims of wrongful death
Now, soon as we’re rid of society’s small terrors
The sooner these teenagers don’t have to be pallbearers
And carry their pals nearer to graves premature the cure
Be mature by keeping you hearts pure

My life in the bush of ghosts

1 Nov

my_life_in_the_bush_of_ghosts

1979-Talking Heads had just completed what for us was a long world wide tour after our Fear Of Music record came out. I then took some time to collapse and recuperate in NY. During this time Brian and Jon Hassel and I began to spend some time together enthusiastically exchanging cassettes and vinyl that we had each found. I seem to remember Jon playing some Milton Nasciamento, which I didn’t get at the time. I myself had a new fascination with African pop music, although aside from Fela there was little information available about any of the artists. There was no World Music guides at this point and no internet.

Maybe inspired by these records Brain, Jon and I fantasized about making a series of recordings based on an imaginary culture. We’d make the record and try to pass it off anonymously as the genuine article. This appealed for a number of reasons- it had a lovely Borges like quality, like one of his stories in which an encyclopedia is discovered that describes a hitherto unknown land. It also appealed, I suspect, partly because it would make us as “authors” more or less invisible. In our imaginings we’d release a record with detailed liner notes explaining the way music functioned in that culture and how it was produced- the kind of extensive notes common on those kinds of records. David Byrne

Produzido por Brian Eno e David Byrne, My life in the bush of ghosts é aquele tipo de disco em que muito se ouve falar mas que na prática pouco se escuta.

28 anos depois de lançado, Bush of ghosts continua soando atual, principalmente para nós guettotechers. Rock, funk, eletrônica, ambient, camadas de percussão, cânticos muçulmanos, samples de rádio fm, e até mesmo uma cerômina de exorcismo, são algumas das características desse disco obrigatório (avant-funk disseram alguns, etno-abstracionista, disseram outros).

Em 2006, Eno e Byrne relançaram Bush of Ghosts com mais uma penca de músicas extra além de terem colocado no ar um site muito bacana, repleto de citações, ensaios, críticas de jornais e periódicos. E mais: sob licença Creative Commons, foram liberadas as multitracks de duas faixas para remixes.

Bush of Ghosts precisa ser ouvido sozinho, com um bom headphone, under the influence. Ele é difícil, tenso, atmosférico, às vezes sinistro.

Brian Eno e David Byrne – My life in the bush of ghosts

1. America Is Waiting
2. Mea Culpa
3. Regiment
4. Help Me Somebody
5. The Jezebel Spirit
6. Very, Very Hungry
7. Moonlight in Glory
8. The Carrier
9. A Secret Life
10. Come with Us
11. Mountain of Needles

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