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Bomba Stereo – Pump up the Jam

15 Jun


E os nossos queridissimos colombianos do Bomba Stereo são a bola da vez no projeto da Levi’s que falamos outro dia, o Levi’s Pionner Sessions. Pump up the Jam!

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Picós

14 May

Falando em champeta e Colômbia, muito, muito foda essa seleção de fotos de alguns picós clássicos da Colômbia.

Unidos pelo YouTube

13 May

Alo to num bar – Eric e Mateus

El Celular – El Temible Zaa & El Yao

Ronaldo Lemos conta para a Trip sobre a questão plágio/ cover envolvendo uma dupla de champeta na Colômbia e o sucesso Alo to num bar, gravado primeiro pelo Aviões do Forró e depois por mais de uma dezena de artistas. A conclusão que o Ronaldo chega é perfeita: as periferias globais estão conectadas, ligadas pela tecnologia e de olhos e ouvidos no YouTube.

Rapidinhas #6

12 Aug

— Marta la reina —

O merengue Marta la reina, do dominicano Anthony Santos, é um dos preferidos da Cheetah. Quem ouviu a mixtape 2 ( a.k.a. Tropicaliente) sabe disso. Pois não é que a macaca descobriu que original é uma cumbia colombiana dos anos 70! Los Junior’s de Colombia é o nome do grupo, super obscuro, autor dessa pérola do cancioneiro tropical. A macaca perdeu uma madrugada buscando o mp3 da pepita e… nada… Bom, ao menos no YouTube dá pra ouvir mais músicas do disco, que tem o sensacional nome de Rebelion Cumbiera!

Anthony Santos – Marta la reina

— Baile Funk & Kuduro —

Casamento perfeito, não? Culpa do português Lucana. Bomba.

— DJ Znobia no Rio —

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Dança do tchiriri, o kuduro mais famoso de todos os tempos, uma produção do DJ Znobia

Um dos grandes produtores de kuduro, DJ Znobia virá ao Rio para uma apresentação no dia 29 de agosto, na Estação Leopoldina. A gig faz parte do evento Back to Black, que trará ao Brasil vários artistas, intelectuais e ativistas africanos para uma série de palestras e shows. Mais sobre o festival e principalmente sobre o Znobia muito em breve. Stay tuned.

— Trumpet & Balkan Madness —

Gucastatue

Do dia 5 ao 9 de agosto, rolou na vila de Guca, na Sérvia, o maior festival de trumpetes do mundo! Desde que o príncipe Milos Obrenovic fundou a primeira banda militar da região de Dragacevo, o povo se tornou fanático pelo som dos metais, especialmente o trumpete. Há 49 anos Guca hospeda o Dragacevo Trumpet Gathering, festival que esse ano teve apresentações de mais de 1500 artistas e que recebeu cerca de 500 mil turistas.

— Dancing Cheetah Boney M —

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Formado na Alemanha pelo cantor e produtor Frank Farian, o Boney M foi um dos maiores nomes da disco music dos anos 70/ início dos 80. O que diferenciava o grupo dos demais (bom, pelo menos entre os que estavam no mainstream) era o flerte com a música africana e caribenha. Em 10 anos de história, o Boney M vendeu incríveis 150 milhões de discos.

— Dizzee Rascal ensolarado —

Esqueça o grime soturno dos becos frios e chuvosos de Londres, o negócio é mergulhar no verão com altas gatas. Né, Dizzee?

CHAMPETA

8 Aug

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Tanto a cumbia quanto o vallenato colombiasnos são gêneros aonde a presença africana, européia e indígena é igualmente importante. Mas a champeta, ritmo que nasceu nos anos 90 e que hoje é febre entre as camadas mais populares da Colômbia, é basicamente negra. Desenvolvido nas periferias de Cartagena durante os picós (de pick ups, festas promovidas ao ar livre), a champeta, apresenta influências dos rituais religiosos caribenhos, ragga jamaicano, o compas do Haiti, reggaeton portoriquenho e a música africana.

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Nos picós, boa parte das músicas tocadas antes da criação da champeta tinham origem africana. Essas músicas faziam tanto sucesso que os empresários dos picós passaram a contratar músicos colombianos para adaptar as músicas para o espanhol e assim vencer a concorrência. Tocando a sua maneira soukous (Congo), highlife (Gana, Nigéria), juju (Nigéria) e mbquanga (África do Sul), os colombianos desenvolveram a pegada afro necessária para depois misturar com todo o resto e desenvolver a champeta.

El Sayayin – La Voladora

Mr. Black –  Los trapitos a el agua

Elio Boom – Las Turbinas


Perreo Zuliney – La rajita

Papoman – El vacile

Rapidinhas #5

4 Aug

— Dama do Bling —

Diretamente de Moçambique… Dama do Bling!

— Petrona Martinez —

Das coisas mais bonitas que a Cheetah já ouviu em sua vida é essa La vida vale la pena, da colombiana Petrona Martinez. É herdeira de uma tradição de pelos menos quatro gerações de músicos que cantam o “bullerengue”, ritmo afro acompanhado de danças, cantado pelas mulheres grávidas solteiras ou concubinas que eram impedidas de participar das festas e celebrações religiosas da costa caribenha da Colômbia. O ritmo é considerado um dos únicos cantos exclusivamente femininos da Colômbia e Petrona é provavelmente sua maior expressão viva.

Uproot Andy foi muito feliz em seu update; provavalmente a melhor versão de cumbia antiga de todos os tempos.

— Nunes Filho —

Também conhecida como Melô da Lagartixa, Subindo pelas paredes é um dos clássicos (pelo menos no YouTube) de Nunes Filho, o rei do brega amazonense.

— Hipi Duki —

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A última mixtape do Hipi Duki parou nas páginas da The Fader. Então se eu fosse você, respondia ao chamado de Duki, que está convocando produtores sul americanos a enviarem material para sua nova série de pepitas do continente. Vai lá!

— Prince Nico Mbarga —

Sweet mother, disco de 1976, do nigeriano Prince Nico Mbarga, vendeu inacreditáveis 13 milhões de cópias. Pra muitos, o highlife ensolarado que batiza o disco é o grande hino da África. Numa enquete de 2004 promovida pela BBC não deu outra: Sweet mother foi eleita a música africana favorita dos leitores do site.

Colombia especial!

21 Jul

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E a Cheetah promove uma visita à Colombia contemporânea através do trabalho de cinco importantes artistas deste país. Cada um a sua maneira (uns mais, outros menos) funde ritmos tradicionais colombianos e tropicais com o pop global e a música eletrônica. São nomes quentes, pra ficar de butuca ligada, que certamente ainda vão passar muito por aqui e por nossas festas!

Bomba Stereo

O Bomba Stereo tá… bombando! Olha o que eles acabaram de fazer no Central Park!

Systema Solar

Pernett & The Caribbean Ravers

OBS: tb vale conhecer o Pernett sem os Caribbean Ravers (aliás, que nome genial!)

Monareta

O Monareta é o mais experimental de todos. Moram nos EUA atualmente.

Chocquibtown

Talvez o mais popular de todos por conta do apelo hip-hop de boa parte das faixas. Assim como o Bomba Stereo, já tiveram no Brasil, em São Paulo.

Bônus:

Systema Solar – Ya verás

Monareta – Esmeraldeña

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