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Dancing Cheetah no Studio RJ

20 Oct

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Avalanche Tropical no Rio

24 Jul


Sábado que vem tem festão na cidade com nossos irmãos da Avalanche.

Serviço:

Avalanche Tropical (Rio de Janeiro)
dia 30/07 – Sábado @ Espaço Acústica – Praça Tiradentes, às 23h
Produção: Projeto Seis

Line up:

Bien Warrior (Villa Diamante + Miss Bolivia) / Bonde do Rolê (DJ set) / Dago / Holger (DJ set)

R$20 antecipado
R$30 com nome na lista (em lista@projetoseis.com)
R$50 sem nome na lista

Para maiores informações, siga-nos no twitter: @projetoseis

Bonde do Rolê
http://www.avalanchetropical.com/bondedorole

Em 2005, Rodrigo Gorky e Pedro D’eyrot resolveram unir diversão e a vontade de produzir música e formaram o Bonde do Rolê. A banda logo começou a fazer sucesso na internet, atraindo a atenção de muita gente, principalmente fora do país. Depois de turnês e muitos shows pela Europa, Estados Unidos e até Japão, o Bonde retornou ao Brasil, onde excursionou durante 2009 e 2010, e, atualmente, está trabalhando no próximo álbum.

Dago

Dago começou a tocar como parte do Centro Cultural Batidão nas hoje lendárias festas na Generics. Depois, foi residente das festas Peligro (Milo Garage) e Brasa (Berlim). No final de 2008, juntou-se a outros parceiros para abrir o Neu Club, onde é residente da festa Explode, que acontece todas as sextas. Já tocou nos principais clubes de São Paulo e em diversas capitais do Brasil, além de ter se apresentado no Canadá, Chile e Argentina.

Holger
http://www.avalanchetropical.com/holger

Poucas bandas independentes brasileiras têm chamado tanta atenção quanto o Holger. Depois de fazer sucesso com Green Valley, um EP calcado no indie clássico, de shows por todo o país, junto de bandas como Dirty Projectors e Super Furry Animals, e festivais como o South by Southwest (EUA) e Pop Montreal (Canadá), a banda voltou aos estúdios em 2010 e de lá saiu com Sunga, o primeiro álbum do quinteto. O disco incorpora uma série de novos elementos ao som da banda: sintetizadores, percussão e muita ginga. E os shows estão mais insanos que nunca.

Bien Warrior

Miss Bolivia: http://soundcloud.com/miss-bolivia

Bien Warrior é o nome da união de dois ferinhas da nova música argentina para apresentações ao vivo. De um lado, Villa Diamante, um dos fundadores da ZZK, produtor e rei dos mashups cumbieros que já passou pelo Brasil algumas vezes e sempre quebrou tudo. Do outro, Miss Bolivia, Mc revelação da cena dancehall-cumbia do país. A dupla vem ao país pela primeira vez no final de julho e fica até o começo de agosto para apresentações nas festas da Avalanche Tropical.

 

Parabéns para a Macaca!

14 Jul

Entrevista com Gaby Amarantos e DJ Waldo Squash

5 Jul



DC: Quando sai o disco afinal? O que vc pode adiantar em termos de conteúdo, produção, colaborações, etc.

GA: O disco sai no início do segundo semestre, provavelmente em setembro. E o conteúdo vai ser música paraense conversando com a música mundial, com a pegada eletrônica de sempre, mas com alguns passos novos para o tecnobrega. O disco tem a direção musical de Carlos Eduardo Miranda, produção musical e arranjos de Félix Robatto e batidas do DJ Waldo Squash. As composições são de vários compositores contemporâneos da música brasileira, regravações de ícones do brega e composições minhas.

DC: O tecnobrega é cada vez mais falado no Sudeste. Ao mesmo tempo, tenho lido notícias de que o gênero e o seu universo ainda sofrem preconceito no Pará. Li também que as aparelhagens não foram consideradas patrimônico cultural do Estado pelos políticos paraenses. O que vc tem a dizer sobre isso e o vc acha que falta para o tecnobrega conquistar de vez o Brasil?

GA: Sinto que é uma questão de tempo para o ritmo se tornar uma realidade popular, 
e o disco vai ser um grande divisor de águas na existência do tecnobrega. Fui muito feliz em ter o Miranda como mentor da união entre o Félix e o Waldo. 
Tive muita sorte com esse time.  As pessoas que ainda tem preconceito com o ritmo
 aqui no Estado questionam a falta de qualidade e a cultura de aceleração dos bits,
 o que distorce a música e deixa os timbres muito agudos. Até eu levei tempo para compreender que isso é uma forma característica dos DJ’s de aparelhagem e que deve 
ser respeitada. Esse novo trabalho que vamos apresentar mostra que o tecnobrega 
pode ser profissionalizado. Gravamos em um estúdio de verdade, com todos os recursos
 que o ritmo merece e esses DJ’s de periferia que são produtores e que fazem música 
sem ser músicos, nunca possuem recursos pra que o ritmo tenha a qualidade que deve ter.
 Mas esses garotos ensinam que o tecnobrega pode ser um agente tranformador, pois muitos
 deles poderiam estar nas ruas, envolvidos com todo tipo de problema social que existe na
 periferia, mas eles estão fazendo música, do jeito deles.

E sobre a não-patrimonização é um assunto delicado, mas acho
 que ficou muito feio pra quem renegou a sua cultura. O tecnobrega é uma realidade, é um estilo de vida. E cada dia que passa fica mais forte. E acredito que o processo vai ser de fora pra dentro. Sabe aquele papo de que santo de casa não faz milagre? Pois é, é isso que 
acontece, mas sinto grande mudança, porque fora do Pará o tecnobrega só faz ganhar mais
 status de novo estilo musical brasileiro.

Waldo Squash ao lado do seu parceiro de Gang do Eletro, Maderito


DC: Você está por dentro da cena global guettotech? Acha que o tecnobrega e o tecnomelody fazem parte desse universo musical?

WS: Pra começar, o tecnobrega e o tecnomelody são a mesma coisa. Eu particularmente prefiro o nome tecnobrega por que é a raiz de toda a coisa. Quanto ao global guettotech, com certeza o tecnobrega faz parte desse cenário musical. É uma musica de periferia na qual a massa, o povo da periferia de Belém, se identifica e curte de verdade.

DC: Suas produções tem sido apontadas como as mais inovadoras do tecnobrega/ tecnomelody. Quais os softwares que você usa para compor as faixas e o você tem mais escutado ultimamente?

WS: Graças a Deus, e por conta de anos de trabalho e estudo, pude colocar minhas ideias em prática. Venho tendo êxito no meu trabalho. Procuro sempre aprender um pouco de cada software para poder desenvolver melhor minhas idéias. Eu particularmente gosto de montar e finalizar os trabalhos no Fruity Loops, mas uso muito o Vegas e o Sound Forge para gravações e edições. E ainda existem algumas funções que são desenvolvidas com melhor 
resultado no Sonar. Costumo dizer que é bom conhecer vários programas por que cada um desenvolve funções de maneiras e resultados diferentes. Aí fica a escolha de quem está produzindo. No YouTube mesmo tem muitas video aulas sobre o Fruity Loops, é só pesquisar.

Quanto a gênero musical que gosto de ouvir, o brega, a cumbia, e os flashbacks são ritmos que não faltam no repertório do meu celular quando estou viajando.

DC: Quais são os planos futuros para a Gang do Eletro?

WS: Primeiramente, é finalizar o nosso 1° trabalho profissional (CD) para assim então dar prosseguimento. O projeto Gang do Eletro é uma mistura ousada do tecnobrega com os sons mais agressivos do eletrohouse, uma mistura que deu certíssimo em Belém.
 Quando o eletromelody toca a galera “pira”, sobem em cima do ombro uns dos outros para tremer (expressão muito usada na dança do eletromelody). Houve um tempo em que as autoridades locais proibiramas aparelhagem de tocar os eletromelodys pelo fato de muitas musicas falarem das equipes (fanclubes), o que não influenciou na expansão do gênero. Estamos na luta como qual quer outro artista, mas o mais importante é que fazemos 
aquilo que gostamos e nos divertimos com o que fazemos. Quando você trabalho com o que gosta, acaba fazendo com carinho. E nós procuramos sempre mostrar as nossas músicas com expressões verdadeiras, brincadeiras, gírias da periferia, muitas vezes usamos até o português errado. E é o que acaba deixando a musica mais interessante…


Saiba mais sobre a festa de 02 anos da Dancing Cheetah

Dancing Cheetah na Casa da Matriz: janeiro 2011

10 Jan


Dancing Cheetah

tropical/ global guettotech/ nu africa

terça, 18/01 – Lucas Santtana e Maga Bo
terça, 25/01 – Marina Gasolina, DJ Bobet Geant (França), Ajax (Gustavo mm & Filipe Mustache)

residentes: Chico Dub, Pedro Seiler e João Brasil

23:00
R$ 25,00
R$ 15,00 (com nome na lista amiga)

Casa da Matriz
Rua Henrique de Novaes, 107 – Botafogo
www.matrizonline.com.br

arte do eflyer: Mariana “Meteoro” Camberos

Macacada, sua festa preferida está de volta! E olha que é só o esquenta, hein, porque em março a nossa Cheetah comemora 2 anos em alto estilo!

Nomes para a lista amiga: dancingcheetah09@gmail.com

Lucas Santtana & Dancing Cheetah

26 May

Sábado tem show do Lucas Santtana no Rio com discotecagem da Cheetah (antes e depois).  Confira todas as coordenadas no flyer acima e mande o seu nome para a lista amiga: dancingcheetah09@gmail.com

3 perguntas para Lucas Santtana

DC: Você disse em entrevistas passadas que é bastante influenciado pelas festas que freqüenta. E que isso acaba repercutindo na sonoridade dos seus discos. Se a lógica é essa, será que vamos ouvir alguma coisa de global guettotech no seu próximo disco?

LS: Hahahahaha, rapaz, é bem provável, mas nunca se sabe né? Eu discoteco esse tipo de som também, então de alguma forma já coloco isso pra fora. Mas meus discos sempre tem beats de origem negra e graves poderosos, então, se pensarmos assim, com certeza terá.

DC: Essa coisa do global ficou tão forte que vc tá com um projeto de festa em SP, né? Explica como é a Boom Boom.

LS: A BOOM BOOM nasceu de um desejo antigo meu e do El Roquer (Confronto Sound System – Bsb) de fazer uma festa de global guettotech em São Paulo. Daí, El Roquer chamou o Nego Moçambique e o Barata (Criolina) para fazer com a gente. Depois pensamos em fazer uma edição da festa no Rio e em Brasília também. Assim ficaria uma festa interrestadual. Para a festa no Rio pensamos nos embaixadores do global guettotech aí. Uns caras da Dancing Cheetah, conhece? E em Brasília, a galera do Confronto mesmo.
Sábado passado rolou a primeira edição aqui em São Paulo, casa cheia e saldo mais do que positivo, principalmente porque muitos que foram não conheciam o som, mas se divertiram mesmo sem conhecer.E festa é meio que isso né? Ninguém precisa ir lá e saber qual é a música, de quem é, etc. Quando rola essa indentificação é o céu, mas não é requisito para uma festa acontecer.

DC: Quando o povo aqui do Rio se refere a vc falamos sempre no bahiano-carioca Lucas Santtana. O quanto disso é verdade. Ou o que vc tem de bahiano e o que vc tem de carioca?

LS: Nasci e fui criado em Salvador. Moro no Rio há 16 anos, e há 1 ano venho “morando” na ponte rio- são paulo. Adoro São Paulo. Me sinto bem aqui, por mais estranho que isso pareça.hahahahaha. Sei que é clichê falar isso, mas desde adolescente na Bahia sempre tive um sentimento forte dentro de mim de que eu era e estava para o mundo. Vai ver é por isso que eu gosto tanto de global guettotech, haushaushaushaus!

O que o Lucas gosta de ouvir (e tocar)

Bootie Rio

12 May

Criada em 2003 pelo casal de DJs e produtores musicais Adrian & the mysterious D (AplusD), em São Francisco, a Bootie foi a primeira festa dedicada a tocar apenas mashups e bootlegs. Hoje, é a maior festa de mashups do mundo, com sede em São Francisco, e eventos em 16 cidades, como Los Angeles, Nova York, Boston, Portland, Berlin, Munique, Vienna, Paris, Brisbane, Londres, Helsinki, Cingapura, Irlanda, Hamburgo e Balcãs.

No Rio, as festas da Bootie contam com a produção do Fabiano Moreira e residência do Lucio K. A primeira edição, que rola dia 14 de maio, na Fosfobox, tem como convidados a dupla AplusD e André Paste.

Leia aqui uma entrevista com os criadores da festa, AplusD.

Maiores infos no site da Bootie Rio.

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