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Percpan 2010_Dancing Cheetah

14 Sep

É com muita felicidade que a Cheetah anuncia aqui que está apoiando e trabalhando junto com o Perc Pan 2010! Ser parceiro de um festival com tanta história e uma escalação desse porte é quase uma obrigação para a nossa macaca felina! Quem lê o nosso blog, frequenta este espaço e vai em nossas festas, sabe que todos esses artistas estão presentes dia sim e no outro também! Vamos daqui a pouquinho esmiuçar todas as atrações e queremos ver todo mundo lá!

Programação Rio de Janeiro:

Shows:

Data: 04/10/2010
Local: Oi Casa Grande
Noite Três Continentes

Apresentação: João Barone
As Tucanas (Portugal)
Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou (Bénin, África)
Nova Lima (Ameríca do Sul, Peru)

Data: 05/10/2010
Local: Oi Casa Grande
Noite Sopro Percussiva

Apresentação: Charles Gavin
Letieres Leite e Orkestra Rumpilezz (Bahia)
Koçani Orkestar (Balcãs)
Nortec Collective (México)

Data: 06/10/2010
Local: Canecão
Noite Festa

Apresentação: Iggor Cavallera e Mixhell
Hypnotic Brass Ensemble (EUA)
Buraka Som Sistema (Angola)
Bloco Cru (Brasil, RJ)

Dancing Cheetah & Lemonade (Estados Unidos)_10 de setembro_Teatro Odisséia

8 Aug

No dia 10 de setembro, a festa de ritmos tropicais, latinos e africanos Dancing Cheetah traz ao Rio a banda americana Lemonade. Tocando um rock meio eletrônico, meio world music, o Lemonade parece perfeito para estrelar uma noite produzida pela Cheetah.

A aproximação que o Lemonade faz de ritmos periféricos, tropicais e africanos contextualiza o grupo no cenário de artistas e bandas independentes – seja de rock, de eletrônica, ou de ambos – que de 3, 4 anos para cá, tem olhado com atenção para instrumentos e sonoridades produzidas na América Latina, no Caribe e na África (Tanlines, Fool’s Gold, Vampire Weekend, El Guincho, Studio, Yeasayer, Rainbow Arabia, Gang Gang Dance, entre outros)

O Lemonade surgiu como um projeto de dance music improvisada imerso na cena experimental de San Francisco. Tudo mudou quando o trio foi morar em Nova York, passando a encarar a música como um modo de vida. Contratados pela True Panther Records, lar de algumas das mais interessantes bandas surgidas nos últimos anos – Tanlines, Girls, Magic Kids, Delorean, entre outros – lançaram um auto-intitulado álbum de estreia que ganhou elogios rasgados da crítica mundo afora. Pitchfork, Nylon, Fader, Xlr8r, The Guardian, NME são apenas alguns dos veículos que se encantaram com a banda. Seguiu-se um 2009 repleto de apresentações, fossem em festas DIY em galpões, fossem em clubes badalados de música eletrônica, fossem em festivais de todos os pontos do globo.

Em 2010, eles voltaram a carga com Pure Moods, um EP que mais uma vez os reinventa musicalmente. No novo trabalho, eles incorporam sutilmente às suas elaboradas texturas eletrônicas, elementos da música dançante que vem surgindo nas periferias do mundo: soca, dub, calypso, dubstep, UK funky. Como bem definiu o blog Stereogum, “as faixas do trio chegam à pista de dança filtrando um senso rítmico global e periféricos digitais através das lentes de quem vive no Brooklyn”. Ao vivo, a banda faz dançar e impressiona misturando baixo, vocal, bateria e muitos efeitos às bases eletrônicas. É pra dançar, mas também pra assistir. Show pra quem gosta de música ao vivo e para o pessoal da pista de dança.

Lemonade – Banana Republic

Lemonade – Sunsplash


A boa de hoje!

27 Jul

Dancing Cheetah_20 de julho_Baptist (Alemanha) + Ajax (Gustavo mm + Filipe Mustache)

18 Jul

Dancing Cheetah
20 de julho
Baptist (Alemanha) + Ajax (Gustavo mm + Filipe Mustache)

Antigo Dj de reggae e dub, na verdade, um dos fundadores de toda a cena sound system do sul da Alemanha, o alemão Baptist foi tomado de assalto de alguns anos para cá pela onda global guettotech que invadiu o pleneta. Baptist, que já morou um tempo no Rio, realiza no momento sua primeira turnê como “Dj global” pela América do Sul, passando por Argentina, Uruguai, Chile e Brasil.

Baptist – Bajo Global Tour Mixtape

—Dancing Cheetah entrevista Baptist—

DC: Como e porque vc fez a transição de dj de dub reggae para “dj global”? Quem mais te influenciou para essa mudança na sua carreira?

B: Eu comecei a tocar dub, rocksteady, reggae e dancehall quase 15 anos atrás, num momento aonde surgiram os primeiros “Soundsystems” na Alemanha. A partir de 2005 isso virou uma moda. E pouco tempo depois essa cultura não era mais “subculture” e virou “mainstream”. Eu continuava curtindo o som, mas já estava buscando outra coisa, e achei p.ex. o Kwaito. A partir da minha primeira vez aqui no Rio e o contato com a música brasileira, especialmente o Funk carioca e a mistura da música tradicional com a atual, eu abri a minha cabeça e meus ouvidos. Nesta época também meus amigos DJ cariocas e alemães como p.ex. DJ Hops (Berlin) e Wolfram do Soundsgoods (Rio) começaram a me mostrar muita coisa nova (p.ex. Dubstep, Kuduro). Quem mais me influenciou acho que foi o Uproot Andy, mas é complicado de dizer porque sempre tem mais do que uma só resposta para uma pregunta, então tenho que mencionar também a galera daqui: Maga Bo, Cidinho & Doca, B-Negão… e os “gringos”: Haaksman, Toy Selectah e muitos mais…além dos meus “all-time favourites” como Madlib.
DC: Como é a cena de global guettotech na Alemanha? Existem muitas festas, artistas e djs?
B: A Alemanha hoje em dia é um país cheio de influências globais (como a nossa seleção de futebol). Especialmente em Berlin e Hamburgo, tem muita mistura de etnias, culturas e músicas. E se você for ver a quantidade de pessoas que vem de fora e a quantidade de festas que eles estão trazendo, você vai ver muitas festas aonde se toca estilos de som que fazem parte do guettotech ou de coisas próximas a ele, p.ex. música arabe, Dancehall, Dubstep e Urban African. Então nesse sentido a cena já é grande. Mas se você for buscar festas que tem o nome “global guettotech”, a cena ainda é pequena em comparação com outros estilos. O estilo mais atual que chega forte na Alemanha é a Cumbia. Existem muitos DJs e produtores, os mais famosos são talvez Schlachthofbronx e Daniel Haaksman. Eu também gosto muito do Daladala Sound (outhere records) de Munich. Eles conseguem divulgar muito bem a música africana na Europa. Artistas alemães no sentido de cantores por em quanto não tem muito, mais tem alguns artistas que vivem na Alemanha, como Nneka.
DC: E como está sendo a sua tournê pela América do Sul? Que países você tocou até agora?

B: A tournê foi muito legal. Porém tenho que explicar que a tournê foi também uma viagem pela América do Sul aonde eu tentei conhecer mais esse continente, seus guettos, suas músicas e realizar alguns projetos, em parceria com a minha primeira tournê de DJ. Eu toquei em Valparaiso no Chile, e duas vezes em Mendoza na Argentina, no Uruguai eu sentei pra finalizar meu Mixtape e agora com vocês na Dancing Cheetah vai ser o fechamento da tournê. Até agora  o show com a galera mais animada foi em Valparaiso (Chile). Curioso para mim foi a observação que em muitos lugares as pessoas não valorizam seu próprio guettobass local, no caso do Chile e da Argentina o Reggaeton e a Cumbia, mas gostam do guettobass de fora (p.ex. Dancehall, Dubstep). Talvez porque aceitar a cultura dos guettos de outros países parece de ser mais facil do que do guetto do outro lado da rua.


Encabeçado pelos experientes Djs de música eletrônica Gustavo mm e Filipe Mustache, o Ajax é um projeto, inédito, diga-se de passagem, que pretende levar “disco music exótica” para as pistas cariocas. Quanto a “disco music exótica” leia-se: turca, israelense, egípcia, indiana, jamaicana, árabe e por aí vai. mm é uma lenda: idealizador da Combo, do Projeto Morfina e da Clap!, além de curador da Gomus, o cara sabe tudo sobre tudo quanto é tipo de som. Filipe Mustache, da Calzone, se tornou nos últimos dois anos um dos mais requisitados Djs da cena. Clique aqui e baixe um mini-set feito para divulgar o projeto!

—Dancing Cheetah entrevista Ajax

DC: Como nasceu o Ajax? E qual o conceito por trás do projeto?

A: Achamos que o Ajax nasceu de uma identificação nossa musical já que curtimos várias coisas “de pista” em comum; mas no caso do Ajax  é principalmente pela “disco exótica”. Pretendemos inclusive continuar depois do convite da Cheetah, quem sabe fazer uns reedits… Vamos ver como conciliamos nossas atividades!

DC: E por que o nome Ajax?

A: Pela força sonora principalmente, mas também porque achamos que o nome combina com a “onda” que tocamos: forte, urgente e “funqueado”!

DC: Vcs acham que de uns tempos pra cá tem rolado uma tendência étnica na música eletrônica? Ou de certa maneira isso sempre rolou e agora está mais forte?

A: Achamos que sempre rolou (“sempre” literalmente: desde a disco do final dos anos 70 que já bebia da fonte étnica, passando pela mistura étnica no pos-punk e new wave, no hip hop minimalista do Timbaland, no afro house, enfim…). O que acontece agora é que a velocidade da informação satura as coisas mais rapidamente, então a linguagem auto-centrada das “metrópoles” não exprime a música  do mundo inteiro. Daí fomos buscar nos guetos do mundo um “frescor” mais livre da homogeinização dos centros “ocidentais-capitalistas”!

DC: Falando sobre música eletrônica de uma maneira geral, o que tem rolado de mais forte nas pistas? E o que ainda vamos ouvir falar num futuro próximo?

A: Sentimos uma leve reação do espírito “pra cima” da boa house music; talvez para quebrar um pouco a “seriedade” de influências que vinham predominando no chamado Nu Disco como krautrock e outros…  Talvez, e isso é não é uma aposta, só um “feeling”, tenhamos chegado ao fim da era dos “ciclos” (do “vai e volta” das linguagens). Achamos que a partir de agora vai ter espaço para tudo só que com um público/ ouvinte/ consumidor cada vez mais exigente. Nenhum estilo vai “sumir”, vai tudo é se fundir para resultados fantásticos!  Ou talvez signifique uma diminuição da importância da  música, pelo menos da forma como é apresentada agora (o próprio Brian Eno acredita nisso…). O importante é que “agora” tem muita coisa legal rolando e tá bonzão para dançar!!!!

Gnawledge – Panama Doaba (Funky Isthmus Mixtape)

28 Jun


The Funky Isthmus Mixtape

1. Papi Brandao Y Su Ejecutivos “Decidete Mi Amor” (Gnawledge Remix)
… con Maluca Mala [“El Tigeraso“] and Calle 13 [“La Jirafa“]
2. Papi Brandao Y Su Ejecutivos “Viva Panama” (Gnawledge Remix)
3. Papi Brandao Y Su Conjunto Aires Tableños “La Murga de Panama” (GN Remix)
… con Yaga & Mackie ft. Tego Calderón [“Fuego Fuego“]
4. Los Jimaguas “Los Dos Hermanos” (Gnawledge Remix)
… con Julio Voltio [“Mambo“]
5. Sir Valentino con Combo Esclavos Alegras “Masters are Gone” (GN Remix)
6. Alfredo Y Su Salsa Montañera “La Escoba” (Gnawledge Remix)
… con Isa GT [“Pela’o“].
7. Bush y Sus Magneficos –  Nana Nina (Gnawledge Remix)
8. Chocolate Caliente – Mi Guajira Inspiracion (Gnawledge Remix)
… con Black Point ft Sensato [“Watagatapitusberry“]
9. Beby Castor con Los Juvenilles “Llororas” (Gnawledge Remix)

Interessante o conceito dessa mixtape. A fórmula é mais ou menos a seguinte: beats de hip hop produzidos pelo Gnotes + samples de três coletâneas de música panamenha dos anos 60 e 70, as clássicas Panama! Vol. 1, Panama! Vol. 2, e Panama! Vol. 3, + acapellas da Maluca, Calle 13, Isa GT, Tego Calderón, e outros. É como se fosse um aperitivo para o EP Panama Daoba, que será lançado ainda esse ano pelo label Gnawledge.

Boogat – Que pegue duro y violento

26 Jun

Boogat – Que Pegue Duro y Violento Mixtape

01. Pa’ Argentina (El Hijo De La Cumbia)
02. Mejor No Preguntes (Sonido Del Principe)
03. Beat Perfecto (Afrika Bambaataa)
04. La Gloria (Poirier x Gotan Project)
05. Bajo (Schlatchofbronx)
06. No Names Wey (Pitbull)
07. Pega La Conga (Yerba Buena)
08. El Gran Robo (Cosa Nostra Riddim)
09. Subestimado (Nookie Riddim)
10. No Te Fies In Nadie (Untrust Riddim)
11. La Mezcla (Monobloco)
12. Quedade Lejos de Mi (El Hijo de La Cumbia)
13. Wakala (Punjabi MC)
14. Me voy Pa’ Brooklyn (Uproot Andy)

Boogat é um cantor e produtor baseado no Canadá, mais especificamente em Montreal, uma das capitais mundiais do guettotech. O cara é chapa do Poirier, figura que vem produzindo várias tracks com ele e que mixou a mixtape que a Cheetah põe pra jogo.

Rapidinhas #8

4 Jun

Novos clipes do Bomba Estereo e do Buraka Som Sistema, dois dos graaandes preferidos da Cheetah!

O do Bomba é do single Aguasala, do já clássico Blow Up, de 2009. Já o do Buraka, faz parte de uma ação de marketing da Dr. Martens, que tá completando 50 anos. E, sim, é uma cover de Buffalo Stance, da Neneh Cherry!

Bomba Estereo – Aguasala

Buraka Som Sistema – Buffalo Stance

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