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Percpan 2010_Dancing Cheetah

14 Sep

É com muita felicidade que a Cheetah anuncia aqui que está apoiando e trabalhando junto com o Perc Pan 2010! Ser parceiro de um festival com tanta história e uma escalação desse porte é quase uma obrigação para a nossa macaca felina! Quem lê o nosso blog, frequenta este espaço e vai em nossas festas, sabe que todos esses artistas estão presentes dia sim e no outro também! Vamos daqui a pouquinho esmiuçar todas as atrações e queremos ver todo mundo lá!

Programação Rio de Janeiro:

Shows:

Data: 04/10/2010
Local: Oi Casa Grande
Noite Três Continentes

Apresentação: João Barone
As Tucanas (Portugal)
Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou (Bénin, África)
Nova Lima (Ameríca do Sul, Peru)

Data: 05/10/2010
Local: Oi Casa Grande
Noite Sopro Percussiva

Apresentação: Charles Gavin
Letieres Leite e Orkestra Rumpilezz (Bahia)
Koçani Orkestar (Balcãs)
Nortec Collective (México)

Data: 06/10/2010
Local: Canecão
Noite Festa

Apresentação: Iggor Cavallera e Mixhell
Hypnotic Brass Ensemble (EUA)
Buraka Som Sistema (Angola)
Bloco Cru (Brasil, RJ)

Dancing Cheetah & Lemonade (Estados Unidos)_10 de setembro_Teatro Odisséia

8 Aug

No dia 10 de setembro, a festa de ritmos tropicais, latinos e africanos Dancing Cheetah traz ao Rio a banda americana Lemonade. Tocando um rock meio eletrônico, meio world music, o Lemonade parece perfeito para estrelar uma noite produzida pela Cheetah.

A aproximação que o Lemonade faz de ritmos periféricos, tropicais e africanos contextualiza o grupo no cenário de artistas e bandas independentes – seja de rock, de eletrônica, ou de ambos – que de 3, 4 anos para cá, tem olhado com atenção para instrumentos e sonoridades produzidas na América Latina, no Caribe e na África (Tanlines, Fool’s Gold, Vampire Weekend, El Guincho, Studio, Yeasayer, Rainbow Arabia, Gang Gang Dance, entre outros)

O Lemonade surgiu como um projeto de dance music improvisada imerso na cena experimental de San Francisco. Tudo mudou quando o trio foi morar em Nova York, passando a encarar a música como um modo de vida. Contratados pela True Panther Records, lar de algumas das mais interessantes bandas surgidas nos últimos anos – Tanlines, Girls, Magic Kids, Delorean, entre outros – lançaram um auto-intitulado álbum de estreia que ganhou elogios rasgados da crítica mundo afora. Pitchfork, Nylon, Fader, Xlr8r, The Guardian, NME são apenas alguns dos veículos que se encantaram com a banda. Seguiu-se um 2009 repleto de apresentações, fossem em festas DIY em galpões, fossem em clubes badalados de música eletrônica, fossem em festivais de todos os pontos do globo.

Em 2010, eles voltaram a carga com Pure Moods, um EP que mais uma vez os reinventa musicalmente. No novo trabalho, eles incorporam sutilmente às suas elaboradas texturas eletrônicas, elementos da música dançante que vem surgindo nas periferias do mundo: soca, dub, calypso, dubstep, UK funky. Como bem definiu o blog Stereogum, “as faixas do trio chegam à pista de dança filtrando um senso rítmico global e periféricos digitais através das lentes de quem vive no Brooklyn”. Ao vivo, a banda faz dançar e impressiona misturando baixo, vocal, bateria e muitos efeitos às bases eletrônicas. É pra dançar, mas também pra assistir. Show pra quem gosta de música ao vivo e para o pessoal da pista de dança.

Lemonade – Banana Republic

Lemonade – Sunsplash


A boa de hoje!

27 Jul

Dancing Cheetah_20 de julho_Baptist (Alemanha) + Ajax (Gustavo mm + Filipe Mustache)

18 Jul

Dancing Cheetah
20 de julho
Baptist (Alemanha) + Ajax (Gustavo mm + Filipe Mustache)

Antigo Dj de reggae e dub, na verdade, um dos fundadores de toda a cena sound system do sul da Alemanha, o alemão Baptist foi tomado de assalto de alguns anos para cá pela onda global guettotech que invadiu o pleneta. Baptist, que já morou um tempo no Rio, realiza no momento sua primeira turnê como “Dj global” pela América do Sul, passando por Argentina, Uruguai, Chile e Brasil.

Baptist – Bajo Global Tour Mixtape

—Dancing Cheetah entrevista Baptist—

DC: Como e porque vc fez a transição de dj de dub reggae para “dj global”? Quem mais te influenciou para essa mudança na sua carreira?

B: Eu comecei a tocar dub, rocksteady, reggae e dancehall quase 15 anos atrás, num momento aonde surgiram os primeiros “Soundsystems” na Alemanha. A partir de 2005 isso virou uma moda. E pouco tempo depois essa cultura não era mais “subculture” e virou “mainstream”. Eu continuava curtindo o som, mas já estava buscando outra coisa, e achei p.ex. o Kwaito. A partir da minha primeira vez aqui no Rio e o contato com a música brasileira, especialmente o Funk carioca e a mistura da música tradicional com a atual, eu abri a minha cabeça e meus ouvidos. Nesta época também meus amigos DJ cariocas e alemães como p.ex. DJ Hops (Berlin) e Wolfram do Soundsgoods (Rio) começaram a me mostrar muita coisa nova (p.ex. Dubstep, Kuduro). Quem mais me influenciou acho que foi o Uproot Andy, mas é complicado de dizer porque sempre tem mais do que uma só resposta para uma pregunta, então tenho que mencionar também a galera daqui: Maga Bo, Cidinho & Doca, B-Negão… e os “gringos”: Haaksman, Toy Selectah e muitos mais…além dos meus “all-time favourites” como Madlib.
DC: Como é a cena de global guettotech na Alemanha? Existem muitas festas, artistas e djs?
B: A Alemanha hoje em dia é um país cheio de influências globais (como a nossa seleção de futebol). Especialmente em Berlin e Hamburgo, tem muita mistura de etnias, culturas e músicas. E se você for ver a quantidade de pessoas que vem de fora e a quantidade de festas que eles estão trazendo, você vai ver muitas festas aonde se toca estilos de som que fazem parte do guettotech ou de coisas próximas a ele, p.ex. música arabe, Dancehall, Dubstep e Urban African. Então nesse sentido a cena já é grande. Mas se você for buscar festas que tem o nome “global guettotech”, a cena ainda é pequena em comparação com outros estilos. O estilo mais atual que chega forte na Alemanha é a Cumbia. Existem muitos DJs e produtores, os mais famosos são talvez Schlachthofbronx e Daniel Haaksman. Eu também gosto muito do Daladala Sound (outhere records) de Munich. Eles conseguem divulgar muito bem a música africana na Europa. Artistas alemães no sentido de cantores por em quanto não tem muito, mais tem alguns artistas que vivem na Alemanha, como Nneka.
DC: E como está sendo a sua tournê pela América do Sul? Que países você tocou até agora?

B: A tournê foi muito legal. Porém tenho que explicar que a tournê foi também uma viagem pela América do Sul aonde eu tentei conhecer mais esse continente, seus guettos, suas músicas e realizar alguns projetos, em parceria com a minha primeira tournê de DJ. Eu toquei em Valparaiso no Chile, e duas vezes em Mendoza na Argentina, no Uruguai eu sentei pra finalizar meu Mixtape e agora com vocês na Dancing Cheetah vai ser o fechamento da tournê. Até agora  o show com a galera mais animada foi em Valparaiso (Chile). Curioso para mim foi a observação que em muitos lugares as pessoas não valorizam seu próprio guettobass local, no caso do Chile e da Argentina o Reggaeton e a Cumbia, mas gostam do guettobass de fora (p.ex. Dancehall, Dubstep). Talvez porque aceitar a cultura dos guettos de outros países parece de ser mais facil do que do guetto do outro lado da rua.


Encabeçado pelos experientes Djs de música eletrônica Gustavo mm e Filipe Mustache, o Ajax é um projeto, inédito, diga-se de passagem, que pretende levar “disco music exótica” para as pistas cariocas. Quanto a “disco music exótica” leia-se: turca, israelense, egípcia, indiana, jamaicana, árabe e por aí vai. mm é uma lenda: idealizador da Combo, do Projeto Morfina e da Clap!, além de curador da Gomus, o cara sabe tudo sobre tudo quanto é tipo de som. Filipe Mustache, da Calzone, se tornou nos últimos dois anos um dos mais requisitados Djs da cena. Clique aqui e baixe um mini-set feito para divulgar o projeto!

—Dancing Cheetah entrevista Ajax

DC: Como nasceu o Ajax? E qual o conceito por trás do projeto?

A: Achamos que o Ajax nasceu de uma identificação nossa musical já que curtimos várias coisas “de pista” em comum; mas no caso do Ajax  é principalmente pela “disco exótica”. Pretendemos inclusive continuar depois do convite da Cheetah, quem sabe fazer uns reedits… Vamos ver como conciliamos nossas atividades!

DC: E por que o nome Ajax?

A: Pela força sonora principalmente, mas também porque achamos que o nome combina com a “onda” que tocamos: forte, urgente e “funqueado”!

DC: Vcs acham que de uns tempos pra cá tem rolado uma tendência étnica na música eletrônica? Ou de certa maneira isso sempre rolou e agora está mais forte?

A: Achamos que sempre rolou (“sempre” literalmente: desde a disco do final dos anos 70 que já bebia da fonte étnica, passando pela mistura étnica no pos-punk e new wave, no hip hop minimalista do Timbaland, no afro house, enfim…). O que acontece agora é que a velocidade da informação satura as coisas mais rapidamente, então a linguagem auto-centrada das “metrópoles” não exprime a música  do mundo inteiro. Daí fomos buscar nos guetos do mundo um “frescor” mais livre da homogeinização dos centros “ocidentais-capitalistas”!

DC: Falando sobre música eletrônica de uma maneira geral, o que tem rolado de mais forte nas pistas? E o que ainda vamos ouvir falar num futuro próximo?

A: Sentimos uma leve reação do espírito “pra cima” da boa house music; talvez para quebrar um pouco a “seriedade” de influências que vinham predominando no chamado Nu Disco como krautrock e outros…  Talvez, e isso é não é uma aposta, só um “feeling”, tenhamos chegado ao fim da era dos “ciclos” (do “vai e volta” das linguagens). Achamos que a partir de agora vai ter espaço para tudo só que com um público/ ouvinte/ consumidor cada vez mais exigente. Nenhum estilo vai “sumir”, vai tudo é se fundir para resultados fantásticos!  Ou talvez signifique uma diminuição da importância da  música, pelo menos da forma como é apresentada agora (o próprio Brian Eno acredita nisso…). O importante é que “agora” tem muita coisa legal rolando e tá bonzão para dançar!!!!

Gnawledge – Panama Doaba (Funky Isthmus Mixtape)

28 Jun


The Funky Isthmus Mixtape

1. Papi Brandao Y Su Ejecutivos “Decidete Mi Amor” (Gnawledge Remix)
… con Maluca Mala [“El Tigeraso“] and Calle 13 [“La Jirafa“]
2. Papi Brandao Y Su Ejecutivos “Viva Panama” (Gnawledge Remix)
3. Papi Brandao Y Su Conjunto Aires Tableños “La Murga de Panama” (GN Remix)
… con Yaga & Mackie ft. Tego Calderón [“Fuego Fuego“]
4. Los Jimaguas “Los Dos Hermanos” (Gnawledge Remix)
… con Julio Voltio [“Mambo“]
5. Sir Valentino con Combo Esclavos Alegras “Masters are Gone” (GN Remix)
6. Alfredo Y Su Salsa Montañera “La Escoba” (Gnawledge Remix)
… con Isa GT [“Pela’o“].
7. Bush y Sus Magneficos –  Nana Nina (Gnawledge Remix)
8. Chocolate Caliente – Mi Guajira Inspiracion (Gnawledge Remix)
… con Black Point ft Sensato [“Watagatapitusberry“]
9. Beby Castor con Los Juvenilles “Llororas” (Gnawledge Remix)

Interessante o conceito dessa mixtape. A fórmula é mais ou menos a seguinte: beats de hip hop produzidos pelo Gnotes + samples de três coletâneas de música panamenha dos anos 60 e 70, as clássicas Panama! Vol. 1, Panama! Vol. 2, e Panama! Vol. 3, + acapellas da Maluca, Calle 13, Isa GT, Tego Calderón, e outros. É como se fosse um aperitivo para o EP Panama Daoba, que será lançado ainda esse ano pelo label Gnawledge.

Boogat – Que pegue duro y violento

26 Jun

Boogat – Que Pegue Duro y Violento Mixtape

01. Pa’ Argentina (El Hijo De La Cumbia)
02. Mejor No Preguntes (Sonido Del Principe)
03. Beat Perfecto (Afrika Bambaataa)
04. La Gloria (Poirier x Gotan Project)
05. Bajo (Schlatchofbronx)
06. No Names Wey (Pitbull)
07. Pega La Conga (Yerba Buena)
08. El Gran Robo (Cosa Nostra Riddim)
09. Subestimado (Nookie Riddim)
10. No Te Fies In Nadie (Untrust Riddim)
11. La Mezcla (Monobloco)
12. Quedade Lejos de Mi (El Hijo de La Cumbia)
13. Wakala (Punjabi MC)
14. Me voy Pa’ Brooklyn (Uproot Andy)

Boogat é um cantor e produtor baseado no Canadá, mais especificamente em Montreal, uma das capitais mundiais do guettotech. O cara é chapa do Poirier, figura que vem produzindo várias tracks com ele e que mixou a mixtape que a Cheetah põe pra jogo.

Rapidinhas #8

4 Jun

Novos clipes do Bomba Estereo e do Buraka Som Sistema, dois dos graaandes preferidos da Cheetah!

O do Bomba é do single Aguasala, do já clássico Blow Up, de 2009. Já o do Buraka, faz parte de uma ação de marketing da Dr. Martens, que tá completando 50 anos. E, sim, é uma cover de Buffalo Stance, da Neneh Cherry!

Bomba Estereo – Aguasala

Buraka Som Sistema – Buffalo Stance

Spoek Mathambo

28 May

Já falamos dele uma vez, mas é que o cara realmente tá demais. O produtor e MC sul-africano, de Joanesburgo, Spoek Mathambo é um dos caras mais atuantes desta nova cena de música eletrônica africana. Difícil até de acompanhar, mas vamos lá.

Como DJ, Spoek, na verdade Nthato Mokgata, assina como HIVIP. Vira e mexe, tem mix do HIVIP pra baixar na rede. A última, chama-se Zuma´s Kids (tô tentando embedar, mas não tá rolando. Pega ela aqui).


Ao lado do também sul-africano Markus Wormstrom, Spoek vira Sweat.X, projeto de electro-african-house-rave que beira o pop. Baixe aqui o EP Saviour & Messiah.

Já o Playdoe é a união de Spoek com Sibot aka DJ Fuck. É mais ou menos a mesma onda do Sweat X só que mais pro hip-hop. E com uns graves absurdos também, tipo dubstep. O Playdoe lançou pela Jarring Effects recentemente o EP African Arcade.

Playdoe – Game Drive (Niveau Z RMX)

É bem difícil falar no Spoek sozinho. Bom, pelo menos até seu debut solo ser lançado em setembro (o vídeo láaaa em cima é o primeiro single do dito cujo). Ele tem colaborado numas faixas muito boas com nossos bavarianos favoritos.

Wolfram Lange

19 May


A pedido da Cheetah, nosso amigo Wolfram Lange, o Wolf, fez uma seleção de sons que não podem faltar em seus sets. Wolf, você sabe, toca junto com a Dancing Cheetah na Clap! de amanhã, 20 de maio. Os comentários em baixo de cada vídeo são assinados pelo próprio Wolf


meu hit Nº1 e um clássico do tropical bass


essa cumbia digital de um dos protagonistas do selo ZZK, de Buenos Aires, me fez ficar alucinado pelo estilo


uma das bandas mais clássicas de cumbia villera


um miniset de tribal guarachero/ technocumbia do cara mais bombado de Monterrey. E isso com apenas 17 anos!


mistura excelente entre reggaeton e merengue, de Porto Rico


um eletro melody/ tecnobrega bem na onda do Maderito & Joe, os caras mais inovadores do Pará hoje em dia


um conscious funana do cabo verdiano Izé


a maior estrela musical de Moçambique com uma música no estilo marrabenta


dois veteranos do kuduro juntando forças


funk carioca não pode faltar! E esse mashup com batucada é muito legal!

Se você curtiu os vídeos acima, não perca o set do alemão Wolf na Cheetah/ Clap! desta quinta. E fique sempre ligado no que ele posta em seu blog, o SoundGoods. Vira e mexe, o Wolf grava umas mixtapes temáticas muito boas. Tem de cumbia villera, de funk carioca, de tribal guarachero, de kuduro

CinemÁfrica

7 May

III ESPELHO ATLÂNTICO – MOSTRA DE CINEMA DA ÁFRICA E DA DIÁSPORA

Evento apresenta a atual produção cinematográfica africana

A CAIXA Cultural apresenta a “III Espelho Atlântico – Mostra de Cinema da África e da Diáspora”, com direção geral da cineasta Lilian Solá Santiago e que traz ao Rio de Janeiro sua primorosa seleção de filmes africanos e da diáspora negra. O evento acontece de 11 a 16 de maio, com exibições simultâneas nos cinemas 1 e 2.

A mostra “Espelho Atlântico” é uma rara oportunidade de assistir a importantes títulos, alguns inéditos por aqui, capazes de provocar uma profunda reflexão sobre os pontos de identificação e convergência entre as identidades brasileira, africana e ocidental.

Esta terceira edição proporcionará uma abordagem atual e significativa da produção cinematográfica africana contemporânea e da realizada fora do continente, mas que dialoga diretamente com a herança cultural do continente africano.

Falar de diáspora é reconhecer que a África vive. Não só nos territórios africanos de hoje, com sua enorme diversidade de povos e culturas, mas principalmente na Europa e Américas. Em todos esses lugares, o que é branco, europeu, ocidental e colonizador sempre foram os elementos considerados positivos, o que reflete na cinematografia.

A mostra “Espelho Atlântico” destaca o que comumente é posicionado em termos de subordinação e marginalização: o pensamento, os sentimentos e os traços negros – de africanos, escravizados e colonizados.

SERVIÇO:

III Espelho Atlântico – Mostra de Cinema da África e da Diáspora
Local: CAIXA Cultural RJ – Cinemas 1 e 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefones: (21) 2544-4080
Temporada: de 11 a 16 de maio de 2010
Horários: Sessões a partir das 19h
Ingressos: R$ 4,00 (inteira), R$ 2,00 (meia-entrada)
Acesso para portadores de necessidades especiais.
Classificação indicativa: Consultar programação

PROGRAMAÇÃO E SINOPSES:

*Dia 11/05 – terça-feira (Exibição seguida de Festa de Abertura no “Estrela da Lapa”)

— “O espírito de luta (documentário)”, às 19h. Classificação 12 anos
(George Amponsah (Gana/ Estados Unidos / Reino Unido, 2007, 80 min.)

Premiado com o AfroPop Award (2008) e no Festival de Documentário Real Life, exibido no New York African Film Festival e no Africa In The Picture Film Festival.

Três boxeadores, dois homens e uma mulher de uma pequena comunidade de Gana, buscam seu caminho para conquistar os maiores prêmios desse esporte, em Nova Iorque e Londres. A realidade da África moderna, os sonhos e ambições de seus jovens lutando por recompensa, respeito e a conquista de seu espaço.

*Dia 12/05 – quarta-feira

–“Quero um vestido de noiva”, às 19h. Classificação 12 anos
(Zimbabwe, 2008. Direção: Tsitsi Dangarembga. Ficção, Beta SP, 26’, Cor)

Kundisai está de casamento marcado e deseja comprar um belo vestido de noiva. Tanto ela quanto seu noivo não têm dinheiro para transformar esse sonho tão simples em realidade. Para conseguir o vestido, Kundisai faz escolhas que podem não ter o resultado esperado.

–“Yandé Codou, uma griot de Senghor”, às 19h. Classificação Livre
(Senegal, 2008. Direção: Agèle Diabang Brener. Documentário, Betacam, 52’, Cor)

Prêmio de público de melhor documentário no Festival de Filmes de Dakar (2008).

A cantora Yandé Codou Sène, 80 anos de idade, é uma das últimas mestras da poesia polifônica “sérère”. O filme é um olhar íntimo sobre uma diva que atravessou a história do Senegal perto de um dos seus maiores mitos, o presidente e poeta Léopold Sédar Senghor.

*Dia 13/05 – quinta-feira

–“Darluz”, às 19h. Classificação 12 anos
(Brasil, 2009. Direção: Leandro Goddinho. Ficção, MiniDV, 15’, Cor e P&B)

“Dei José, dei Antonio, dei Maria. Dei, daria e dou. Não posso criar.”

Premiado no 17º Festival de Vídeo de Teresina – PI e no 16º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá. Selecionado para o 10º International Film Festival Hannover.

–“Aproveite a pobreza”, às 19h. Classificação 14 anos
(Holanda, 2008. Direção: Renzo Martens. Documentário, BetaCam, 90’, Cor)

Selecionado para a abertura de Amsterdam International Documentary Festival.

Durante dois anos, o diretor viajou pelo Congo, desvendando a indústria da luta contra a pobreza no país pós-guerra civil. Sua conclusão: a pobreza veio para ficar, e “combatê-la” é uma indústria que em nada beneficia os pobres.

*Dia 14/05 – sexta-feira

–“Quase todo dia”, às 19h. Classificação Livre
(Brasil / Estados Unidos, 2009. Direção: Gandja Monteiro. Ficção, 35mm, 18’, Cor)

Selecionado para o Los Angeles Latino International Film (2009), Festival do Rio de Janeiro (2009) e Tribeca Film Festival (2009).

Em um dia de inverno, Priscilla e sua filha percorrem uma longa jornada enfrentando engarrafamentos, situações inesperadas e o descaso das pessoas de quem Priscilla mais precisa neste importante momento de sua vida.

–“35 doses de rum”, às 19h. Classificação 14 anos
(França/Alemanha, 2008. Direção: Claire Denis. Ficção, 35mm, 100’, Cor)

Selecionado para o Toronto Film Festival (2008) e Festival de Veneza (2008). Premiado em Gijón International Film Festival (2008) e nomeado em Chlotrudis Awards (2010).

O viúvo Lionel vive com sua filha, Josephine no subúrbio de Paris. Enquanto ele atrai a atenção de uma mulher de meia-idade, um taxista do bairro flerta com Josephine. Lionel percebe que a filha está ficando independente e que talvez seja hora deles confrontarem seus passados.

*Dia 15/05 – sábado

–“Black Berlim”, às 19h. Classificação Livre
(Brasil /Alemanha, 2009. Direção: Sabrina Fidalgo. Ficção, DV, 13’, Cor e P&B)

Selecionado para o Lateinamerika-Institut (LAI) da Universidade Livre de Berlim (FU Berlin).

Nelson é um jovem baiano estudante de engenharia em uma renomada universidade em Berlim. Leva uma vida hedonista, distante de suas verdadeiras raízes. Tudo muda quando ele passa a encontrar Maria, uma imigrante ilegal do Senegal. As lembranças o remetem a um passado que ele preferia esquecer.

–“Em Quadro – A História de 4 Negros nas Telas”, às 19h. Classificação Livre
(Brasil, 2009. Direção: Luiz Antonio Pilar. Documentário, Color Digital, 93’, Cor)

Selecionado para a abertura da Mostra Especial Fora de Competição do 37º Festival de Cinema de Gramado e para o Festival do Rio (2009).

O documentário retrata vida e obra de Ruth de Souza, Zezé Motta, Léa Garcia e Milton Gonçalves. Os cineastas Roberto Farias, Cacá Diegues, Antonio Carlos da Fontoura e Joel Zito Araújo relatam experiências em obras como O Assalto ao Trem Pagador, Xica da Silva, A Rainha Diaba e Filhas do Vento.

*Dia 16/05 – Domingo

–“Doido Lelé”, às 19h. Classificação Livre
(Brasil, 2009. Direção: Ceci Alves. Ficção, 35mm, 15’, Cor)

Premiado no 4º Festival do Paraná de Cinema Brasileiro Latino, exibido na mostra Corrida Audiovisuelle, em Toulouse como convidado da École Supérieure d’Audiovisuel (ESAV), França.

Caetano sonha em ser cantor de rádio na década de 1950 e foge todas as noites de casa para tentar, sem sucesso, a sorte num programa de calouros. Até que, uma noite, ele aposta tudo numa louca e definitiva performance.

–“Bem-vindo à Nollywood”, às 19h. Classificação 12 anos
(Estados Unidos, 2007. Direção: Jamie Meltzer. Ficção, 35mm, 56’, Cor)

Selecionado para o Full Frame Documentary Film Festival (2007), Avignon Film Festival (2007) e Melbourne International Film Festival (2007).

Em Lagos, capital da Nigéria, o diretor segue três dos mais conceituados realizadores de Nollywood, cada um com seu diferente estilo e personalidade, enquanto produzem seus filmes sobre amor, guerra, traição e o sobrenatural.

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