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Poly-Rythmo no Perc Pan 2010

29 Sep

“Essential Listening” – Gilles Peterson

“Hypnotic Afro-funk. Unstoppable!” New York Times

“We became fans of the Beninese group. They share a sound, so funky, so soulful voodoo! ” – Nick McCarty, guitarist of Franz Ferdinand

Se você até este momento ainda não foi convencido de que o show da Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou, no Perc Pan, é simplesmente a coisa mais sensacional que poderia acontecer neste final de 2010… é porque você não deve estar batendo muito bem!

É uma chance única de conhecer um dos grupos mais espetaculares que já surgiram na história da música mundial. Veja bem. Não estamos falando de um dos maiores grupos do Bénin. Ou de um dos maiores grupos da África. Em caps: ESTAMOS FALANDO DE UM DOS GRUPOS MAIS ESPETACULARES DA HISTÓRIA DA MÚSICA MUNDIAL.

A história da Poly-Rythmo é digna de conto de fadas. Uma vez famosa e reconhecida no oeste inteiro da África, dona de hits e mais hits, além de tours com artistas do porte de Fela Kuti, Miriam Makeba e Angelique Kidjo, a banda quase sumiu do mapa no início dos anos 80, depois que o marxista Mathieu Kérékou liderou um golpe e assumiu o governo de Bénin. Inclusive, vários membros originais do grupo faleceram. Crise econômica, censura cultural e desemprego foram algumas das características da ditadura de Kérékou. A banda sobreviveu, tocando aqui e ali, de vez em nunca.

Corta para alguns anos atrás, quando algumas espertas gravadoras começaram a lançar coletâneas da Poly-Rythmo. Mais ou menos na mesma época, um curioso radialista francês resolveu ir atrás do gupo. Trabalho de detetive, aliás, pois as pistas anunciavam que o grupo não existia mais. Depois de algum tempo, Elodie Maillot finalmente encontrou os remanecentes da Poly-Rythmo. O resultado desse encontro gerou (em 2009) a primeira tournê da Poly-Rythmo na Europa, 41 anos depois de sua formação.

E aí, vai perder? Sacou a responsa?

A Orchestre Poly-Rythmo toca no Perc Pan 2010 nos seguintes dias:

30/09/2010 no Teatro Castro Alves, Salvador
04/10/2010 no Oi Casa Grande, Rio

Os ingressos estão a venda no ingresso.com e (Rio) na bilheteria do Teatro Oi Casa Grande. Maiores infos no site do Perc Pan.

Makula na Dancing Cheetah_06 de julho

21 Jun


E lá vamos nós para mais uma entrevista com os convidados da temporada de julho. Desta vez, com nossos afro-hermanos makulenses. Pra quem ainda não sabe, a Makula, captaneada pelos residentes Gustavo Benjão, Lucio Branco e Zé McGill, é basicamente uma festa de afrobeat, gênero musical que assimila jazz, soulfunky e elementos propriamente africanos criado pelo nigeriano Fela Kuti. Mas também marcam presença na Makula ritmos como highlife, juju, soukous, afrorock, voodoo Funk, räi, kuduro, entre outros.


—Dancing Cheetah entrevista Makula—


DC: Vocês acham que as pessoas no Brasil estão ouvindo mais música africana?

M: Acho natural que, com a proximidade da Copa na África, toda a cultura africana esteja ganhando um pouquinho mais de atenção. Mas, na real, ainda é pouco… A grande mídia não está acostumada a oferecer alternativas para a massa, e quando o faz, faz mal feito… Tipo uma matéria que vi outro dia na Globo sobre o jogo contra a seleção do Zimbabwe. Os caras não se deram o trabalho de pesquisar música tradicional daquele país (tipo Thomas Mapfumo, uma lenda local, criador da Chimurenga!), preferiram tocar “Zimbabwe”, do Bob Marley no fundo da matéria…. sacou o drama? É por aí… enquanto a grande mídia não se mexer, quem gosta da cultura e da música africana por aqui vai ficar dependendo de blogs, sites alternativos, um ou outro programa de rádio (roNca roNca) e uma ou outra festa (Cheetah e Makula, por exemplo).

DC: O que toca de mais contemporâneo na Makula?

M: Por uma questão de gosto pessoal dos DJs, a Makula é mais voltada pro repertório africano dos anos 60 e 70. Talvez uns 70% do nosso repertório. Mas rola espaço pros contemporâneos também, especialmente Kuduro (Angola) e Ndombolo (Congo), além, é claro, das novas bandas de afrobeat. Mas não tem frescura não… se a gente entra na pilha ou se o público pede, rola também Coupé Décalé (Costa do Marfim), Kwaito (África do Sul) etc.

DC: E os gringos, vcs acham que eles tão mandando bem nas suas re-interpretações de música africana? Quais grupos vcs recomendam?

Fela Kuti já dizia: “afrobeat no go die!”. E a prova disso são as bandas contemporâneas de afrobeat que andam pipocando pelo mundo. Rolam cenas fortes de afrobeat principalmente nos EUA e Londres. Entre os norte-americanos, destaque para Antibalas, Kokolo, Nomo e Akoya. Todos muito bons. Tem ainda o Fanga (Montpelier), Afrodizz (Montreal), JariBu (Tóquio) e a Abayomy Afrobeat Orquestra (Rio de Janeiro)! Fora afrobeat, o que tem aparecido recentemente tem sempre ligação direta com a música eletrônica, inclusive Kuduro, Kwaito e Coupé Décalé, e, na minha opinião, os africanos não ficam devendo nada aos grandes nomes europeus e norte-americanos da eletrônica.

DC: O que podemos esperar da Makula num futuro próximo?!

M: Queremos contribuir pra que a música africana seja mais conhecida no Brasil. Vamos continuar com a festa mensal (aproveitando, segue nossa agenda: 12/06 no Teatro Odisséia; 02/07 no Clandestino; e 06/08 no Multifoco) e estamos tentando levar a festa pra São Paulo, Salvador e Recife. Tomara que role! Valeu! E vamos com tudo pra participação da Makula na Dancing Cheetah, dia 06 de julho, na Casa da Matriz!

Até a data de estreia, fique ligado neste espaço pois vamos postar entrevistas com todos os convidados (Makula, João Brasil, Matias Maxx, Baptist, Ajax, Nego Moçambique, Lucas Santtana e El Rocker).

Pitch Perfect: todos os continentes

12 Jun

Como prometido, seguem os outros capítulos do projeto Pitch Perfect, uma empreitada da Nike com a revista Fader. É com extremo orgulho que publicamos essa série de mixes no blog. Sinal de que o global guettotech vai muito bem, obrigado. Tudo junto, misturado e pós-moderno. E aí, qual a sua mixtape preferida?

Nike Sportswear x The FADER’s Pitch Perfect Mixtape #6: Africa by Spoek Mathambo

Tim Turbo f. Spoek Mathambo and Gnucci Banana, “Linyora” (SA)
DJ CNDO, “Terminator” (SA)
DJ Mujava f. DJ Menace, “Tshwara” (SA)
BB Ramazani, “Fouka Fouka” (Cote D’ivoire)
Dirty Paraffin, “Aha” (SA)
Pastor Mbhobho, “Ayobaness” (SA)
Shanaka, “2010 Fooball” (Cote D’ivoire)
Spoek Mathambo, “Mshini Wam” (South Africa)

Nike Sportswear x The FADER’s Pitch Perfect Mixtape #5: North America by Chief Boima

Los Rakas, “Abrazame (Uproot Andy Remix)” (United States/Panama/Canada)
Mr. OK, “Poto Mitan” (Canada/Haiti)
M.anifest, “Swing Low” (United States/Ghana)
Tabi Bonney, “Tick… Tick” (United States/Togo)
Toy Selectah, “Half Colombian-Half Mexican Bandit” (Mexico)
Dubbel Dutch, “Throwback” (United States)
Kush Arora, “Humidifier Jammer Club Edit” (United States)
Rita Indiana, “Poderes” (United States/Dominican Republic)
Theophilus London, “Don’t Be Afraid” (United States/Trinidad and Tobago)

Nike Sportswear x The FADER’s Pitch Perfect Mixtape #4: Asia by DexPistols

Gaines & Mr.Q, “Fly High (M.S.K. Remix)” (Japan)
Clash the Disko Kids, “Aneurysm (Nando Remix)” (Singapore)
iLoop, “Day” (China)
Tigerstyle f. Vybz Kartel, Mangi Mahal & Nikitta, “Balle! Shava! (Sinden Remix)” (India)
DexPistols, “Bird of Paradise (Lapsap & Goldfish Remix)” (Japan)
Balkan Beat Box, “Balkumbia (Sub Swara Remix)” (Israel)

Avalanches, “Summer Crane”
POND, “Mussels Tonight?”
Bell Towers, “Scavengers”
Tame Impala, “The Bold Arrow of Time”
Canyons, “Blue Snakes”
Tortoiseshell, “This Girl”
Nike Sportswear x The FADER’s Pitch Perfect Mixtape #2: Europe by Sinden

Sinden & WAFA, “Afrodizzier” (United Kingdom)
Gregor Salto & Mokoomba, “Messe Messe (Afro Dub)” (Netherlands)
Bok Bok, “Dance Report” (United Kingdom)
Canblaster, “No 23″ (France)
Bambounou, “Nappyhead” (France)
Jamtech Foundation, “Too Fast (Zombie Disco Squad Remix)” (Sweden)
El Hijo de la Cumbia, “Soy El Control” (Argentina)
Petrona Martinez, “Un Nino que Llora en los Montes de Maria (King
Coya & Axel K Remix)” (Colombia/Argentina)
Choc Quib Town, “Somos Pacifico” (Colombia)
Fauna, “El Gauchito Gil” (Argentina)
Princesa, “Aqui Ilego Princesa (Frikstailers Remix)” (Argentina)
Samba de Coco Raízes de Arcoverde, “Ê Boi (Maga Bo Remix)” (Brazil)
Lucas Santtana, “M’Bala” (Brazil)
Digitaldubs Sound System, “O Arrego feat. Biguli” (Brazil)
Systema Solar, “Bienvenidos” (Colombia)
King Elio Boom, “El Fulo” (Colombia)
Jahdan Blakkamoore, “Earthshaking” (Guyana)

Copa do Mundo_África do Sul – faltam 7 dias

5 Jun


DJ Clock feat. Big Nuz, Tzozo & Sox – Xavatha (Woza Chynaman)

De todos os países queridos pela Cheetah, a África do Sul é sem dúvida o que tem mais capacidade de explodir em escala gobal. Desde 2007, quando o hino Township funk surgiu pela Warp e mostrou que diabos era o kwaito, todos os radares das novas tendências eletrônicas estão apontados para a Cidade do Cabo e Joanesburgo. A Cheetah poderia evidenciar um monte de estilos diferentes neste post. Poderia mostrar inclusive que uma das melhores bandas de rock do mundo é sul africana. Porém, optamos por mostrar nos dez vídeos abaixo o quão house é a África do Sul hoje. Dá-lhe kwaito.

DJ Mujava – Township funk

DJ Cleo – Ruthless

JR feat HPP – Show dem (make the circle bigger)

DJ Mzi ft. DJ Cleo & DJ Tira – Lyabenuzisa

Josi Chave – The Hunger

TKZee – Dikakapa

DJ Sbu – Vuvuzela Bafana

Culoe de Song feat. Mhongo – Webaba

Dr. Duda feat. Zodwa – Flying high

Sweat.X – Big Hospital

Pra ouvir fora do computer, a Cheetah sugere a ótima coletânea Ayobaness! (The sound of African house). Outra dica incrível, só que mais eclética, é o African Swim, inteirinho de graça.

Copa do Mundo_Costa do Marfim – faltam 10 dias

2 Jun

Faltam 10 dias para a Copa do Mundo! Até lá, vamos dar um passadão pela música dos países africanos participantes da competição (Nigéria, Camarões, Costa do Marfim, Argélia, Gana e, claro, África do Sul), e de como o mundo tem absorvido as sonoridades do continente.

Neste primeiro post… Costa do Marfim.

A Cheetah já falou sobre o coupé decalé aqui no blog algumas vezes, principalmente através do Magic System. Criado por marfineses radicados na França, o ritmo, altamente contagiante, não explodiu internacionalmente como o baile funk, kuduro, kwaito e cumbia. Ainda! Na França e países africanos da diáspora, entretanto, o coupé decalé é rei. Descendente do zouglou dos anos 90, outrora break, outrora 4×4, com guitarrinha do Congo matadora e pop no ponto certo.

Les Jumo – Zoomer

Jessy Matador – Décale Gwada

Jessy Matador – Zamounda Selesao

Les Moussers – Fatigué Fatigué

Original Sistaz – Posi position

Francky Design – Tchoumakaya

Mokobe ft. Mohamed Lamine – Afrikan tonic

Kedjevara – Tchoucou Tchoucou

Magic System – Ki dit mie

Kitintale

11 May

Kitintale é o nome do registro em foto e vídeo que o fotógrafo suiço Yann Gross realizou em Uganda, na África. O tema? Skate!

Quem gostou do vídeo e gostaria de ajudar os skatistas de Uganda a aumentar o parque e concertar a mini rampa, pode contribuir $ via Paypal: skateboardugandadonate@yahoo.com

CinemÁfrica

7 May

III ESPELHO ATLÂNTICO – MOSTRA DE CINEMA DA ÁFRICA E DA DIÁSPORA

Evento apresenta a atual produção cinematográfica africana

A CAIXA Cultural apresenta a “III Espelho Atlântico – Mostra de Cinema da África e da Diáspora”, com direção geral da cineasta Lilian Solá Santiago e que traz ao Rio de Janeiro sua primorosa seleção de filmes africanos e da diáspora negra. O evento acontece de 11 a 16 de maio, com exibições simultâneas nos cinemas 1 e 2.

A mostra “Espelho Atlântico” é uma rara oportunidade de assistir a importantes títulos, alguns inéditos por aqui, capazes de provocar uma profunda reflexão sobre os pontos de identificação e convergência entre as identidades brasileira, africana e ocidental.

Esta terceira edição proporcionará uma abordagem atual e significativa da produção cinematográfica africana contemporânea e da realizada fora do continente, mas que dialoga diretamente com a herança cultural do continente africano.

Falar de diáspora é reconhecer que a África vive. Não só nos territórios africanos de hoje, com sua enorme diversidade de povos e culturas, mas principalmente na Europa e Américas. Em todos esses lugares, o que é branco, europeu, ocidental e colonizador sempre foram os elementos considerados positivos, o que reflete na cinematografia.

A mostra “Espelho Atlântico” destaca o que comumente é posicionado em termos de subordinação e marginalização: o pensamento, os sentimentos e os traços negros – de africanos, escravizados e colonizados.

SERVIÇO:

III Espelho Atlântico – Mostra de Cinema da África e da Diáspora
Local: CAIXA Cultural RJ – Cinemas 1 e 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefones: (21) 2544-4080
Temporada: de 11 a 16 de maio de 2010
Horários: Sessões a partir das 19h
Ingressos: R$ 4,00 (inteira), R$ 2,00 (meia-entrada)
Acesso para portadores de necessidades especiais.
Classificação indicativa: Consultar programação

PROGRAMAÇÃO E SINOPSES:

*Dia 11/05 – terça-feira (Exibição seguida de Festa de Abertura no “Estrela da Lapa”)

— “O espírito de luta (documentário)”, às 19h. Classificação 12 anos
(George Amponsah (Gana/ Estados Unidos / Reino Unido, 2007, 80 min.)

Premiado com o AfroPop Award (2008) e no Festival de Documentário Real Life, exibido no New York African Film Festival e no Africa In The Picture Film Festival.

Três boxeadores, dois homens e uma mulher de uma pequena comunidade de Gana, buscam seu caminho para conquistar os maiores prêmios desse esporte, em Nova Iorque e Londres. A realidade da África moderna, os sonhos e ambições de seus jovens lutando por recompensa, respeito e a conquista de seu espaço.

*Dia 12/05 – quarta-feira

–“Quero um vestido de noiva”, às 19h. Classificação 12 anos
(Zimbabwe, 2008. Direção: Tsitsi Dangarembga. Ficção, Beta SP, 26’, Cor)

Kundisai está de casamento marcado e deseja comprar um belo vestido de noiva. Tanto ela quanto seu noivo não têm dinheiro para transformar esse sonho tão simples em realidade. Para conseguir o vestido, Kundisai faz escolhas que podem não ter o resultado esperado.

–“Yandé Codou, uma griot de Senghor”, às 19h. Classificação Livre
(Senegal, 2008. Direção: Agèle Diabang Brener. Documentário, Betacam, 52’, Cor)

Prêmio de público de melhor documentário no Festival de Filmes de Dakar (2008).

A cantora Yandé Codou Sène, 80 anos de idade, é uma das últimas mestras da poesia polifônica “sérère”. O filme é um olhar íntimo sobre uma diva que atravessou a história do Senegal perto de um dos seus maiores mitos, o presidente e poeta Léopold Sédar Senghor.

*Dia 13/05 – quinta-feira

–“Darluz”, às 19h. Classificação 12 anos
(Brasil, 2009. Direção: Leandro Goddinho. Ficção, MiniDV, 15’, Cor e P&B)

“Dei José, dei Antonio, dei Maria. Dei, daria e dou. Não posso criar.”

Premiado no 17º Festival de Vídeo de Teresina – PI e no 16º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá. Selecionado para o 10º International Film Festival Hannover.

–“Aproveite a pobreza”, às 19h. Classificação 14 anos
(Holanda, 2008. Direção: Renzo Martens. Documentário, BetaCam, 90’, Cor)

Selecionado para a abertura de Amsterdam International Documentary Festival.

Durante dois anos, o diretor viajou pelo Congo, desvendando a indústria da luta contra a pobreza no país pós-guerra civil. Sua conclusão: a pobreza veio para ficar, e “combatê-la” é uma indústria que em nada beneficia os pobres.

*Dia 14/05 – sexta-feira

–“Quase todo dia”, às 19h. Classificação Livre
(Brasil / Estados Unidos, 2009. Direção: Gandja Monteiro. Ficção, 35mm, 18’, Cor)

Selecionado para o Los Angeles Latino International Film (2009), Festival do Rio de Janeiro (2009) e Tribeca Film Festival (2009).

Em um dia de inverno, Priscilla e sua filha percorrem uma longa jornada enfrentando engarrafamentos, situações inesperadas e o descaso das pessoas de quem Priscilla mais precisa neste importante momento de sua vida.

–“35 doses de rum”, às 19h. Classificação 14 anos
(França/Alemanha, 2008. Direção: Claire Denis. Ficção, 35mm, 100’, Cor)

Selecionado para o Toronto Film Festival (2008) e Festival de Veneza (2008). Premiado em Gijón International Film Festival (2008) e nomeado em Chlotrudis Awards (2010).

O viúvo Lionel vive com sua filha, Josephine no subúrbio de Paris. Enquanto ele atrai a atenção de uma mulher de meia-idade, um taxista do bairro flerta com Josephine. Lionel percebe que a filha está ficando independente e que talvez seja hora deles confrontarem seus passados.

*Dia 15/05 – sábado

–“Black Berlim”, às 19h. Classificação Livre
(Brasil /Alemanha, 2009. Direção: Sabrina Fidalgo. Ficção, DV, 13’, Cor e P&B)

Selecionado para o Lateinamerika-Institut (LAI) da Universidade Livre de Berlim (FU Berlin).

Nelson é um jovem baiano estudante de engenharia em uma renomada universidade em Berlim. Leva uma vida hedonista, distante de suas verdadeiras raízes. Tudo muda quando ele passa a encontrar Maria, uma imigrante ilegal do Senegal. As lembranças o remetem a um passado que ele preferia esquecer.

–“Em Quadro – A História de 4 Negros nas Telas”, às 19h. Classificação Livre
(Brasil, 2009. Direção: Luiz Antonio Pilar. Documentário, Color Digital, 93’, Cor)

Selecionado para a abertura da Mostra Especial Fora de Competição do 37º Festival de Cinema de Gramado e para o Festival do Rio (2009).

O documentário retrata vida e obra de Ruth de Souza, Zezé Motta, Léa Garcia e Milton Gonçalves. Os cineastas Roberto Farias, Cacá Diegues, Antonio Carlos da Fontoura e Joel Zito Araújo relatam experiências em obras como O Assalto ao Trem Pagador, Xica da Silva, A Rainha Diaba e Filhas do Vento.

*Dia 16/05 – Domingo

–“Doido Lelé”, às 19h. Classificação Livre
(Brasil, 2009. Direção: Ceci Alves. Ficção, 35mm, 15’, Cor)

Premiado no 4º Festival do Paraná de Cinema Brasileiro Latino, exibido na mostra Corrida Audiovisuelle, em Toulouse como convidado da École Supérieure d’Audiovisuel (ESAV), França.

Caetano sonha em ser cantor de rádio na década de 1950 e foge todas as noites de casa para tentar, sem sucesso, a sorte num programa de calouros. Até que, uma noite, ele aposta tudo numa louca e definitiva performance.

–“Bem-vindo à Nollywood”, às 19h. Classificação 12 anos
(Estados Unidos, 2007. Direção: Jamie Meltzer. Ficção, 35mm, 56’, Cor)

Selecionado para o Full Frame Documentary Film Festival (2007), Avignon Film Festival (2007) e Melbourne International Film Festival (2007).

Em Lagos, capital da Nigéria, o diretor segue três dos mais conceituados realizadores de Nollywood, cada um com seu diferente estilo e personalidade, enquanto produzem seus filmes sobre amor, guerra, traição e o sobrenatural.

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