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João Brasil – Banda Calypso Mashups

30 Mar

Nosso João Brasil tem feito mashups diários da Banda Calypso com artistas do pop internacional. Já rolou Afrika Bambaataa, M.I.A, Destiny´s Child, Black Eyed Peas, La Roux e Franz Ferdinand.  Tudo parte do sensacional e megalomaníaco projeto 365 mashups, no qual João promete 01 mashup por dia até o final do ano.

Os mashups do Calypso depois vão ganhar capinha e virar EP.

João Brasil – Arrepiando a gun (Banda Calypso X M.I.A.)

João Brasil – Xonou planet (Banda Calypso X Afrika Bambaataa)

João Brasil – Jura que kill (Banda Calypso X La Roux)

Mais Calypso

28 Aug

dancing cheetah + calypso

dancing cheetah + calypso 2

A Cheetah tarda mas não falha. Tamanha foi a ressaca que a macaca precisou hibernar durante alguns dias pra voltar a ativa. Voltaremos a partir deste post com a programação normal.

Calypso é foda; o Chimbinha é gente boa; a gordinha arrebenta.

Banda Calypso

16 Aug
CALYPSO

mais uma obra de arte do breno "hardcuore" pineshi

No dia 21 de agosto, a Dancing Cheetah toca na Fundição Progresso, RJ, antes e depois da Banda Calypso. Mais amado (e odiado) grupo musical do país, o CalypSo, deveria ser, no mínimo, respeitado por dois motivos. Sem apoio algum de gravadoras e da mídia das grandes capitais, o Calypso se tornou um dos artistas mais populares do Brasil. São inventores de uma interessante fórmula que virou referência quando se fala em novos modelos e alternativas para a indústria fonográfica. No início da banda, o guitarrista e líder Chimbinha dava Cds para as rádios de poste de Belém (que transmitem em alto-falantes nas ruas da cidade) tocarem suas música além de fechar acordo com distribuidoras que repassavam esses discos a lojas, camelôs e supermercados. 5o mil copías do primeiro disco do Calypso foram distribuidas gratuitamente. Chris Anderson, editor da Wired, cita o Calypso em seu livro sobre a economia gratuita, o Free! ***. Nesse esquema, o Calypso vende em média 1 milhão de discos. Já são 10 milhões na conta.

Outro grande motivo pra se respeitar o Calypso está no já citado Chimbinha. Ávido ouvinte da rádio AM paraense, Chimbinha passou infância e adolescência sintonizando estações de todo o Caribe. Essas influências, misturadas aos paraenses carimbó, lambada e guitarrada (além dos dotes da Joelma, é claro), fazem o som do Calypso. Sem contar que o cara (que também é produtor) é um dos maiores guitarristas do Brasil!

O show na Fundição faz parte da comemoração dos 10 anos da Banda Calypso. Vai ser uma grande honra pra Cheetah, que antes e depois do show toca tecnobrega, guitarrada, carimbó, forró internacional, cumbia, merengue, soukous e música tropical em geral.

Deixe seu nome nos comentários e concorra a 1 ingresso pro o show – temos no total 4 convites pra sorteio. Maiores infos você encontra no site da Fundição.

Banda Calypso – Pra te esquecer

***

Segue um trechinho do Free! que fala no Calypso:

>The power of Brazilian street vendors
On a busy corner in São Paulo, Brazil, street vendors pitch the latest “tecnobrega” CDs, including one by a hot band called Banda Calypso. “Brega” doesn’t have a direct translation, but it roughly means “cheesy” or “tacky”, and the music, which comes from the poorer northern state of Pará, has an unruly party sound, traditional Brazilian music driven by a techno beat. Like CDs from most street vendors, these are not the official offerings from a big label. But neither are they illicit.

The CDs are created by local recording studios, which tend to be run by local DJs. They, in turn, get the masters from the band itself, along with CD liner art. The local DJs work with local party planners, street vendors and radio stations to promote the upcoming show. Sometimes the local DJs are actually all of these combined, producing, selling and promoting the CDs for the show that they themselves are organising.

Banda Calypso doesn’t mind that it doesn’t get any money from this, because selling discs isn’t Calypso’s main source of income. The band is really in the performance business – and business is good. Moving from town to town this way, preceded by a wave of supercheap CDs, Calypso can fill hundreds of shows a year. The band usually plays two or three shows a weekend, travelling around the country by minibus or boat.

But it’s not all road and river trips. Hermano Vianna, an anthropologist and scholar of Brazilian music, tells a story about Calypso to illustrate their success. While planning a feature on the band for his Globo TV music show, Vianna offered a Globo-owned airplane to get the band to and from a show in a remote area of the country. Calypso’s reply? No need, we have our own plane.

In a sense, the street vendors have become the advance team in each town that Calypso visits. They get to make money from the music CDs, which they sell for as little as $0.75, and in turn they display the CDs prominently. Nobody thinks of the vendors’ cheap CDs as piracy. It’s just mar keting, using street economy to generate (literal) street cred. As a result, by the time Banda Calypso comes to town, everyone knows about it. The band gets huge crowds to its “soundsystem” events, where it not only charges admission but also for food and drinks. The band’s crew also records the show and burns CDs and DVDs on the spot, selling them for around $2 so concertgoers can replay the show they just saw.

More than 10 million of Banda Calypso’s CDs have been sold, mostly not by the band itself. And they’re not alone. The tecnobrega industry now includes hundreds of bands and thousands of shows each year.  A study by Ronaldo Lemos and his colleagues at the Centre for Technology and Society at Rio de Janeiro’s Getulio Vargas Foundation found that between the shows and the music, this industry generates around $20 million in revenue a year.

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