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Dancing Cheetah na Casa da Matriz: janeiro 2011

10 Jan


Dancing Cheetah

tropical/ global guettotech/ nu africa

terça, 18/01 – Lucas Santtana e Maga Bo
terça, 25/01 – Marina Gasolina, DJ Bobet Geant (França), Ajax (Gustavo mm & Filipe Mustache)

residentes: Chico Dub, Pedro Seiler e João Brasil

23:00
R$ 25,00
R$ 15,00 (com nome na lista amiga)

Casa da Matriz
Rua Henrique de Novaes, 107 – Botafogo
www.matrizonline.com.br

arte do eflyer: Mariana “Meteoro” Camberos

Macacada, sua festa preferida está de volta! E olha que é só o esquenta, hein, porque em março a nossa Cheetah comemora 2 anos em alto estilo!

Nomes para a lista amiga: dancingcheetah09@gmail.com

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Dancing Cheetah_13 de julho_João Brasil + Matias Maxx

11 Jul

Terça-feira, dia 13, rola a segunda edição da Dancing Cheetah temporada julho. Dessa vez, temos como convidados João Brasil e o Capitão Presença Matias Maxx.

 

João está morando em Londres atualmente, então não tem desculpa pra perder uma rara aparição dele por essas bandas. Já o Matias, que faz sua segunda participação na Cheetah, é  mestre em tudo quanto é tipo de batidão cantado em espanhol.

Para nomes na lista amiga (15 reais) mande o seu nome e o de seus amigos para: dancingcheetah09@gmail.com

Leia abaixo uma entrevista que fizemos com o João.

—Dancing Cheetah entrevista João Brasil—

DC: Como é o João Brasil depois de quase um ano em Londres?

JB: Acho que mudei um pouco meu som e meu set. Aqui na Europa é tudo um pouquinho mais pesado, principalmente na Alemanha, se não tiver peso eles não vibram. Tenho saudades dos amigos. Uma coisa boa aqui é que raramente te pedem música, o DJ é um pouco mais respeitado por essas bandas.

DC: E as festas? Vc tem tocado? Tem saído na night e visto coisas legais?

JB: Estava tocando regularmente na festa Musicalia, da Isa GT, e toco em vários eventos do pessoal da Jungle Drums (revista daqui). Toquei na Secousse, do pessoal do Radioclit, e em clubes “brazil feelings”, tipo Guanabara e Favela Chic. Toquei na Holanda algumas vezes e na Alemanha também. Aqui a cena de música jamaicana é imensa, a ‘Bass Culture” domina a área! Estou indo direto no University of Dub e na festa afro-tech Secousse. E, claro, MUITOS shows!

DC: E como andam os seus experimentos com novas midias?

JB: Agora estou fazendo meu projeto final. Vou fazer uma roda-de-samba interativa, onde cada cadeira será “triggada” em um som de percussão. Já fiz uma MPC gigante e bananas interativas.

DC: O que a gente ainda vai ouvir no 365 até o final do ano?

JB: Nem eu sei! Hahah! Mas quero fazer um mês só com dicas de quem segue o blog e outro mês só com mashups do 365 mashups, tipo um Big Forbidden 2.

DC: O que vc não vai tocar NUNCA no 365 mashups?!!

JB: Hahha! Pergunta difícil! Acho que não vou fazer nada com drum n’ bass e samba-rock.

DC: Como está sendo o resultado desse projeto?

Definitivamente, é o maior projeto da minha vida até agora. Nunca tive tantas visitações em tão pouco tempo. Vou chegar a 100.000 em 6 meses. A galera dá dicas, me xingam, se sentem parte do projeto, é muito legal. Já fiz vários mashups por causa de pedidos.

DC: E o EP pela Man Recordings?

JB: Vai sair em setembro. Eu queria fazer só de tecnobrega, mas não consegui ficar preso num estilo só… Minha cabeça não para, tenho que usar diferentes estilos. Vai ser tropical-tech, com umas participações bem bacanas.

Dancing Cheetah_Temporada Julho 2010_Casa da Matriz

5 Jul

Macacada,

Amanhã, dia 6 de julho, começa mais uma temporada da Dancing Cheetah. Serão 4 festas em julho, às terças-feiras.

Pra quem não conhece ou nunca foi, a Cheetah é uma festa movida a ritmos musicais terceiro mundistas, especialmente os mais contemporâneos, além de fusões desses estilos com música eletrônica, reggae, pop, rock e hip-hop. Espere ouvir muita cumbia, reggaeton e latinidades em geral, tecnobrega, pós-funk, tropical bass, kwaito, kuduro, funana, coupé decalé, mashups e global guettotech.

www.dancingcheetah.wordpress.com

Iniciando os trabalhos, contamos com a presença de ninguém mais ninguém menos que o argentino Villa Diamante, fundador do coletivo mais importante da nova música latino-americana, o Zizek, e especialista em mashups de cumbia com sons eletrônicos, pop e rock. Saiba mais sobre Villa e leia uma entrevista que fizemos com ele clicando aqui.

Na pistinha 2, quem faz barulho e bagunça é a Makula, festa focada em sons africanos mais roots, como afrobeat, highlife, soukous e makossa. Leia uma entrevista que fizemos com a Makula, formada pelos pelos Djs Gustavo Benjão, Lucio Branco e Zé McGill.

Dê um reply com seu nome e o de seus amigos e entre na lista amiga (15 reais).

Dancing Cheetah
06 de julho/ Casa da Matriz
Pedro Seiler & Chico Dub recebem Villa Diamante (Zizek/ Buenos Aires) + Makula
23:00
20 reais

Makula na Dancing Cheetah_06 de julho

21 Jun


E lá vamos nós para mais uma entrevista com os convidados da temporada de julho. Desta vez, com nossos afro-hermanos makulenses. Pra quem ainda não sabe, a Makula, captaneada pelos residentes Gustavo Benjão, Lucio Branco e Zé McGill, é basicamente uma festa de afrobeat, gênero musical que assimila jazz, soulfunky e elementos propriamente africanos criado pelo nigeriano Fela Kuti. Mas também marcam presença na Makula ritmos como highlife, juju, soukous, afrorock, voodoo Funk, räi, kuduro, entre outros.


—Dancing Cheetah entrevista Makula—


DC: Vocês acham que as pessoas no Brasil estão ouvindo mais música africana?

M: Acho natural que, com a proximidade da Copa na África, toda a cultura africana esteja ganhando um pouquinho mais de atenção. Mas, na real, ainda é pouco… A grande mídia não está acostumada a oferecer alternativas para a massa, e quando o faz, faz mal feito… Tipo uma matéria que vi outro dia na Globo sobre o jogo contra a seleção do Zimbabwe. Os caras não se deram o trabalho de pesquisar música tradicional daquele país (tipo Thomas Mapfumo, uma lenda local, criador da Chimurenga!), preferiram tocar “Zimbabwe”, do Bob Marley no fundo da matéria…. sacou o drama? É por aí… enquanto a grande mídia não se mexer, quem gosta da cultura e da música africana por aqui vai ficar dependendo de blogs, sites alternativos, um ou outro programa de rádio (roNca roNca) e uma ou outra festa (Cheetah e Makula, por exemplo).

DC: O que toca de mais contemporâneo na Makula?

M: Por uma questão de gosto pessoal dos DJs, a Makula é mais voltada pro repertório africano dos anos 60 e 70. Talvez uns 70% do nosso repertório. Mas rola espaço pros contemporâneos também, especialmente Kuduro (Angola) e Ndombolo (Congo), além, é claro, das novas bandas de afrobeat. Mas não tem frescura não… se a gente entra na pilha ou se o público pede, rola também Coupé Décalé (Costa do Marfim), Kwaito (África do Sul) etc.

DC: E os gringos, vcs acham que eles tão mandando bem nas suas re-interpretações de música africana? Quais grupos vcs recomendam?

Fela Kuti já dizia: “afrobeat no go die!”. E a prova disso são as bandas contemporâneas de afrobeat que andam pipocando pelo mundo. Rolam cenas fortes de afrobeat principalmente nos EUA e Londres. Entre os norte-americanos, destaque para Antibalas, Kokolo, Nomo e Akoya. Todos muito bons. Tem ainda o Fanga (Montpelier), Afrodizz (Montreal), JariBu (Tóquio) e a Abayomy Afrobeat Orquestra (Rio de Janeiro)! Fora afrobeat, o que tem aparecido recentemente tem sempre ligação direta com a música eletrônica, inclusive Kuduro, Kwaito e Coupé Décalé, e, na minha opinião, os africanos não ficam devendo nada aos grandes nomes europeus e norte-americanos da eletrônica.

DC: O que podemos esperar da Makula num futuro próximo?!

M: Queremos contribuir pra que a música africana seja mais conhecida no Brasil. Vamos continuar com a festa mensal (aproveitando, segue nossa agenda: 12/06 no Teatro Odisséia; 02/07 no Clandestino; e 06/08 no Multifoco) e estamos tentando levar a festa pra São Paulo, Salvador e Recife. Tomara que role! Valeu! E vamos com tudo pra participação da Makula na Dancing Cheetah, dia 06 de julho, na Casa da Matriz!

Até a data de estreia, fique ligado neste espaço pois vamos postar entrevistas com todos os convidados (Makula, João Brasil, Matias Maxx, Baptist, Ajax, Nego Moçambique, Lucas Santtana e El Rocker).

Dancing Cheetah_temporada julho 2010_Casa da Matriz

15 Jun

Julho_2010
Casa da Matriz

Dancing Cheetah: batidas globais e periféricas dos quatro cantos do planeta; uma verdadeira babel de ritmos e línguas: cumbia, afro, tropical, tecnobrega, mashups, balkan beats, global guettotech

A Dancing Cheetah é uma festa de ritmos latinos, tropicais e
africanos, com altas doses de mashups e global guettotech (união entre ritmos eletrônicos periféricos do mundo com sensibilidade pop). Ao contrário do que ficou rotulado como world music nos anos 80, o objetivo do guettotech é mesclar passado, presente e futuro de uma infinidade de países num DJ set altamente dançante; sem fronteiras e sem preconceitos.

De alguns anos pra cá, as principais revistas e sites dos Estados
Unidos e Europa estão com o radar atento ao que acontece musicalmente nos centros periféricos do mundo inteiro. Nesses locais – estamos falando de Angola, Argentina, Colômbia, África do Sul, Porto Rico, Bulgária, Costa do Marfim, o próprio Brasil, entre outros – tecnologia aliada a ritmos folclóricos e senso pop estão produzindo gêneros híbridos impossíveis
de serem imaginados antes da popularização da Internet e os blogs de mp3. É neste cenário contemporâneo que surge a Dancing Cheetah, a primeira festa global guettotech do Brasil.

www.dancingcheetah.wordpress.com

Djs residentes e produção: Pedro Seiler e Chico Dub

06/ 07
Villa Diamante (ZZK/ Argentina)
Makula (Lúcio Branco, Gustavo Benjão, Zé McGill)

13/ 07
João Brasil (Dancing Cheetah)
Matias Maxx (La Cucaracha)

20/ 07
Baptist (Alemanha)
Ajax (a.k.a. Gustavo mm & Filipe Mustache)

27/ 07
Nego Moçambique (Boom Boom)
El Rocker (Boom Boom)
Lucas Santtana (Boom Boom)

+ infos:

23:00
R$ 20,00 (ou R$15 com nome na lista amiga: dancingcheetah09@gmail.com)

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