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Funk da Vuvuzela!

16 Jun

Chernobyl e sua Comunidade Nin-jitsu mandaram muito bem com o Funk da Vuvuzela! E nosso rápido e rasteiro João Brasil já fez mashup e tudo!

Comunidade Nin-jitsu – Funk da Vuvuzela

João Brasil – Cala boca Vuvuzela

Dancing Cheetah 21/07 – DJ Chernobyl

19 Jul

CHEETAH-3

chernobyl

O convidado de honra da próxima Cheetah, dia 21, é o gaúcho Fredi Endres, o DJ Chernobyl. Pra quem não sabe, Chernobyl, em 1995, deu um sacode geral no funk carioca quando inseriu guitarras e atitude rocker ao batidão. Quem aí não se lembra de Detetive, da banda de Chernobyl Comunidade Nin-Jitsu?

Comunidade Ninjitsu – Detetive

Logo depois o Edu K entrou na vibe com a sua “Popuzuda” e o funk carioca nunca mais seria o mesmo.

N.A.S.A. – Watchadoin (DJ Chernobyl Bailemix)

Dj Chernobyl – Chatuba de Mesquita (Montagem 2009)

Além de gigs pelo mundo todo como DJ, Chernobyl está envolvido na produção do novo disco do Bonde do Rolê (banda que ele descobriu, produziu e apresentou ao Diplo) e no projeto de electro-rock Brollies and Apples.

Brollies & Apples – Rented Dreams

Lembra a entrevista que o Fabiano Moreira, do Agemda, articulou entre o Chernobyl e o Edu K? Pois é. Agora é a vez do Edu entrevistar o Chernobyl!! (roubado do Agemda).

Edu K – Primeira (e mais importante): qual a importância e influência do Luisinho Louie na tua vida?
Chernobyl – O Luizinho (um velho rockeiro da antiga daqui de Porto Alegre…Ele é bem freaky, doidão, não diz mais nada com nada) me ensinou o poder das maracas, o balanço rockeiro, o preto no branco, o branco no preto. Ele também me ensinou que o triângulo tem um som mais bonito quando é tocado com uma baqueta de metal. Hahahaha!

E – Como é que tu consegue fazer as putas mixes que tu faz, usando caixinha de computador como referência? Baita mestre! Ah e, by the way, quer comprar um par de monitores Samson por 700 pilas? Hahahah!

C – Haha! Não uso caixinhas de computador como referência, uso um fone que conheço bem o som dele. Sei a medida certa que ele engana no grave e tudo que ele exagera no volume de vozes. À tarde, ligo meu notebook nas caixas do meu aparelho de som Sony, com caixas de madeira, e confiro as mixagens sem e com boost grave com minhas orelhas, na mesma altura que as caixas, a um metro de distância, depois vou até a cozinha, fazer um Nescafé, ouvindo o som de trás, como se eu estivesse em um backstage ouvindo um DJ.
O som tem que ser bom de todas as maneiras possíveis. Depois, passo o track pra cd e dou um rolê de carro, e se a mix é muito responsa, (vai sair na gringa), eu peço uns 15 minutos pra ouvir em um estúdio fodão que tem perto da minha casa. É uma maneira estranha, mas sempre acerto. Normalmente, não preciso retocar nada depois de ouvir em estúdio. O dinheiro que eu tinha guardado pra comprar teus monitores gastei todo em comida tailandesa. Se rolar uma grana extra, inesperada, eu compro.

E – Quando é que tu vai fazer um disco de Neo Baile Funk com o George Clinton e qual vai ser o carro-chefe?
C – Pois é…acho que ta mais fácil eu fazer com o Bill Clinton… Afinal, o 2 Live Crew botou um diálogo dele com a Monica Lewinski na introdução de Me So Horny. Mas, se eu fosse samplear George Clinton pra fazer baile-funk, eu não saberia nem por onde começar.

E – Quando a tua nova banda Brollies & Apples ficar rica e famosa (que isso vai rolar certo) posso ser teu roadie e viajar o mundo desafinando a tua guita? Huahauhau!
C – Claro que pode. Te pago em balas, chicletes, doces, guloseimas e Fanta d’uva.

E – Como que tu permite que um DJ K-fageste toque minimal na tua festa que se chama Maximize? hahauahuahu!
C – A melhor maneira de maximizar ao extremo é aceitar todo tipo de som que é bem mixado. Até o minimal entra no liquidificador sonoro da festa. Mas o teu minimal é neo-minimal tropical house in full effect, muito melhor do que aquele chato minimal dos anos 2000, o teu é pós, pós… Aquele que minha turma de amigos de Berlim adora.

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