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Dancing Cheetah 21/07 – DJ Chernobyl

19 Jul

CHEETAH-3

chernobyl

O convidado de honra da próxima Cheetah, dia 21, é o gaúcho Fredi Endres, o DJ Chernobyl. Pra quem não sabe, Chernobyl, em 1995, deu um sacode geral no funk carioca quando inseriu guitarras e atitude rocker ao batidão. Quem aí não se lembra de Detetive, da banda de Chernobyl Comunidade Nin-Jitsu?

Comunidade Ninjitsu – Detetive

Logo depois o Edu K entrou na vibe com a sua “Popuzuda” e o funk carioca nunca mais seria o mesmo.

N.A.S.A. – Watchadoin (DJ Chernobyl Bailemix)

Dj Chernobyl – Chatuba de Mesquita (Montagem 2009)

Além de gigs pelo mundo todo como DJ, Chernobyl está envolvido na produção do novo disco do Bonde do Rolê (banda que ele descobriu, produziu e apresentou ao Diplo) e no projeto de electro-rock Brollies and Apples.

Brollies & Apples – Rented Dreams

Lembra a entrevista que o Fabiano Moreira, do Agemda, articulou entre o Chernobyl e o Edu K? Pois é. Agora é a vez do Edu entrevistar o Chernobyl!! (roubado do Agemda).

Edu K – Primeira (e mais importante): qual a importância e influência do Luisinho Louie na tua vida?
Chernobyl – O Luizinho (um velho rockeiro da antiga daqui de Porto Alegre…Ele é bem freaky, doidão, não diz mais nada com nada) me ensinou o poder das maracas, o balanço rockeiro, o preto no branco, o branco no preto. Ele também me ensinou que o triângulo tem um som mais bonito quando é tocado com uma baqueta de metal. Hahahaha!

E – Como é que tu consegue fazer as putas mixes que tu faz, usando caixinha de computador como referência? Baita mestre! Ah e, by the way, quer comprar um par de monitores Samson por 700 pilas? Hahahah!

C – Haha! Não uso caixinhas de computador como referência, uso um fone que conheço bem o som dele. Sei a medida certa que ele engana no grave e tudo que ele exagera no volume de vozes. À tarde, ligo meu notebook nas caixas do meu aparelho de som Sony, com caixas de madeira, e confiro as mixagens sem e com boost grave com minhas orelhas, na mesma altura que as caixas, a um metro de distância, depois vou até a cozinha, fazer um Nescafé, ouvindo o som de trás, como se eu estivesse em um backstage ouvindo um DJ.
O som tem que ser bom de todas as maneiras possíveis. Depois, passo o track pra cd e dou um rolê de carro, e se a mix é muito responsa, (vai sair na gringa), eu peço uns 15 minutos pra ouvir em um estúdio fodão que tem perto da minha casa. É uma maneira estranha, mas sempre acerto. Normalmente, não preciso retocar nada depois de ouvir em estúdio. O dinheiro que eu tinha guardado pra comprar teus monitores gastei todo em comida tailandesa. Se rolar uma grana extra, inesperada, eu compro.

E – Quando é que tu vai fazer um disco de Neo Baile Funk com o George Clinton e qual vai ser o carro-chefe?
C – Pois é…acho que ta mais fácil eu fazer com o Bill Clinton… Afinal, o 2 Live Crew botou um diálogo dele com a Monica Lewinski na introdução de Me So Horny. Mas, se eu fosse samplear George Clinton pra fazer baile-funk, eu não saberia nem por onde começar.

E – Quando a tua nova banda Brollies & Apples ficar rica e famosa (que isso vai rolar certo) posso ser teu roadie e viajar o mundo desafinando a tua guita? Huahauhau!
C – Claro que pode. Te pago em balas, chicletes, doces, guloseimas e Fanta d’uva.

E – Como que tu permite que um DJ K-fageste toque minimal na tua festa que se chama Maximize? hahauahuahu!
C – A melhor maneira de maximizar ao extremo é aceitar todo tipo de som que é bem mixado. Até o minimal entra no liquidificador sonoro da festa. Mas o teu minimal é neo-minimal tropical house in full effect, muito melhor do que aquele chato minimal dos anos 2000, o teu é pós, pós… Aquele que minha turma de amigos de Berlim adora.

Cheetah´s back!

6 Jul

Dancing Cheetah_3º temporada – EDU K; 7 DE JULHO

30 Jun

CHEETAH-1

E lá vai a Cheetah para mais uma temporada, a 3º. O esquema é o seguinte: toda terça de julho, Pedro Seiler, João Brasil e Chico Dub estarão na Casa da Matriz recebendo um ou dois convidados a cada semana. É uma volta ao nosso habitat original, com duas pistas e aquele fumacê que a gente gosta tanto. Os convidados tão sinistros:

7 de julho – Edu K (De Falla/ Man Recordings)
14 de julho – Marcelinho da Lua / La Rica
21 de julho – DJ Chernobyl (Comunidade Ninjitsu/ produtor Bonde do Rolê/ Brollies & Apples)
28 de julho – Go East/ Dj Vivi Caccuri

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Nem a Cheetah e seus instintos símio-felinos consegue imaginar o quão animalesca vai ser a união do João Brasil com o Edu K, na pista de baixo. Esse encontro já estava pra rolar faz tempos – precisou que a macaca intervisse pra ele finalmente acontecer! Pois então, dia 7, não perca por nada a estréia das Cheetahs de julho com o mestre Edu K.

Camaleão; o cara que entrou com uma meia no dito cujo durante o Hollywood Rock de 1993; ao lado de Chernobyl e sua Comunidade Ninjitu, criou o novo funk; um dos embaixadores do baile funk na Europa. Provavelmente você já ouviu tudo isso, mas é sempre bom reforçar: Edu K é uma lenda!

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Como era de se esperar, sua onda agora é outra, não mais o funk carioca. É uma espécie de minimal house africana, se é que existe isso. Antes dos habituais presentinhos, todos nessa pegada, vamos lembrar alguns clássicos que não podem faltar no baile global da macaca, que, óbvio, vai ser animal!

De Falla/ Edu K – Popozuda Rock and Roll @ Sabadão do Gugu (!!!)

Edu K – Gatas Gatas Gatas

Edu K feat. Marina – Me bota pra dançar

Major Lazer – Hold the line (Edu K rmx)

Idiot Savant (A.K.A. Edu K) – Jumping n’ pumping

Seguindo Sonhos – Vamos Mecher (Edu K rmx)

O amigo da macaca Fabiano Moreira tá com uma bela cobertura da festa no Agemda. Tem um monte de fotos do DeFalla (banda antiga do mestre) em seu post, remix para o Killer on the Dancefloor lançado em primeira mão, e uma entrevista com o Edu K realizada pelo Chernobyl!

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