Tag Archives: festa de 2 anos

Parabéns para a Macaca!

14 Jul

Cheetah 02 anos! É HOJE!

9 Jul


Dancing Cheetah não é apenas uma festa. É um reflexo de um mundo que explodiu antes de ser implodido. É a bússola sem o norte apontando para o sul, leste e oeste ao mesmo tempo. É o ataque do hacker sob forma de bombas sonoras talibãs. É o rugido amplificado do animal recém-libertado. É o uga-uga em forma de grave. É o transe tribal de uma sociedade cada vez mais engessada. É o cachimbo da paz disfarçado de fogueira. É o fogo. É o calor. É, acima de tudo, um abraço pagão da comunidade global derrubando o touro de Wall Street. Zeitgeist.

Christiano Calvet (designer) 

A Cheetah tem o duplo mérito de ser a festa do Rio que apresenta sons novos para um público novo sem ser didática e ainda fazer geral se acabar de dançar sem a babaquice imóvel e blasé que normalmente impera nas pistas mais concorridas do Rio. E onde mais ouvir cumbia e kuduro por aqui? Só golaço.
João Paulo Cuenca (escritor)

“Uma utopia que eu gostaria de ver acontecer é a aliança cada vez maior entre as periferias globais e os hipsters que habitam as cidades de todo o mundo. Acho que a Dancing Cheetah é um tubo de ensaio dessa utopia e mostra como o resultado pode ser promissor. Vou continuar desejando que a mistura preparada no laboratório da Dancing Cheetah torne-se cada vez mais contagiosa e explosiva e vá abrindo caminho para conquistar tudo.
Ronaldo Lemos (advogado especialista em direitos autorais, pensador sobre novas mídias e curador)

Gosto da idéia de mudar o mundo, de misturar mundos, gosto de gente que defende a humanidade, o indivíduo. Prioriza o múltiplo e o singular com unhas e dentes, é curioso com o acontece aqui, ali e lá na casa do cacete. O mundo é azul lá de cima pra todos. O precioso você encontra onde menos imagina. A Cheetah é isso – um ato politico. Um brinde ao plural!
Rodrigo Penna (ator e DJ)

Comecei a freqüentar as edições do Dancing Cheetah antes mesmo de conhecer os responsáveis pela festa.  Amigos meus, como Lucas Santtana, Edu K e Ale Marder, passaram pelas pickups da Cheetah, dividindo (como os outros DJs convidados) não apenas diversão, mas informação do que há de melhor sendo produzido hoje (nestes tempos de transição e limites na indústria da música). Não há dúvida de que o nome da festa está relacionado à idéia de qualidade e de troca de conhecimento, é o que penso, e acho que todos concordam. Na verdade, é o evento que mais me ensinou sobre música contemporânea desde que atraquei navios e cruzadas ao Rio.
Paulo Scott (escritor)

Eu entro na Dancing Cheetah penteada e saio descabelada, entro maquiada e saio sem os cílios postiços, entro de escarpin e saio de sandália rasteira, entro com a elegância de um gatinho siamês e saio com a extravagância da macaca. A Dancing Cheetah me desconcerta, quebra meu salto. Obrigada!!
Renata Pinheiro (jornalista) 

É fechar os olhos pra estar na primeira temporada da macaca, com o Sany Pitbull, na Matriz. Tantos porres memoráveis e tantas quartas chegando atrasado no trabalho. Por causa da Cheetah, eu amo tecnobrega, cumbia, João Brasil, El Remólon, Frikstailers, Banda Calypso e Carrapicho. Tenho um carinho pra lá de afetivo com as mixtapes, algumas eu publiquei em primeira mão, na Agemda, e andam todas comigo, no Blackberry. Ainda foi na Cheetah que eu conheci meu irmão Faroff, que fez toda a ponte pra gente criar a Bootie aqui no Rio. Fechei os olhos de novo e vi dois anões com um cavalo de pau fazendo festa na pista da Matriz. Essa, a bebida quase me fez esquecer. Tive que confirmar olhando as fotos na câmera. A Dancing Cheetah mistura informação e pesquisa musical a muito bom humor. Sou apaixonado pela macaca.
Fabiano Moreira (jornalista) 

Sobre a Cheetah, funciona pra mim como uma desbravadora de novos sons. John Peel disse: “I just want to hear something I haven’t heard before”. Eu vejo na Cheetah uma resposta pra essa frase.
Leo Hazan (Tecla Music Branding)

Pra mim a cheetah é sinônimo de tropicool.
Foi por ela que pela primeira vez ouvi o termo ‘globalguettotech’ e achei graça.
Foi por ela, também, que pela primeira vez pude cantar e dançar “Cartaz”, do Fagner – em público – sem medo de ser feliz.
Enfim, a macaca é minha BFF!
Vida longa à Dancing Cheetah!
🙂
Lucia Jaimovich (Tecla Music Branding)

Pedro Seiler e Chico Dub, desde sempre, são conhecedores e estudiosos do universo musical,  sendo uma referência pra mim há muitos anos. A Cheetah é uma das pouquíssimas festas no Rio de Janeiro que busca sair da mesmice mostrando aos seus freqüentadores novas sonoridades e musicas que jamais ouviriam se não fosse ali. Isso sem falar que a festa é uma curtição só!
Dancing Cheetah rules!
Paulo Sattamini (Tecla Music Branding)

Era uma vez uma macaca que resolveu não tapar os seus ouvidos. Afinal, ela sabia que tinha muitos frutos musicais bons por aí, esperando alguém colher. E a Dancing Cheetah, uma festa animal, foi lá em cima e desceu com a cesta cheia: eram cumbias, funks, reggaes e batidões de toda a parte. Verdadeiras delícias para quem vive cansado da mesma dieta de hits pop que infesta as preguiçosas pistas do Rio. Assim, nesses dois anos de vida alternativa, crescemos juntos com ela, nos divertimos com suas brincadeiras e aprendemos que não é só o peixe que nada contra a maré. Macaca esperta essa – merece uma banana pelo heroísmo.
Carlos Albuquerque a.k.a. Calbuque (jornalista e DJ)

A macaca é genial.
De personalidade forte, barulhenta e sacolejante, é humanamente impossível ficar indiferente a ela.
Sabe aqueles clássicos vídeos de chimpanzés gritando e mexendo como loucos? É exatamente isso.
Você ri, se diverte, fica intrigado, fascinado.
Porque a macaca é gestos e sons exóticos, mas também é inteligência!
Numa época onde a maioria é feita de grandes rebanhos seguindo para o mesmo caminho, a macaca veio na contra-mão, provocando todo mundo com sua música e arte. O chimpanzé com pincéis, papéis pintados e instrumentos musicais.
Um dos meus filhos é filho dela, o AJAX Disco Ataque (Filipe Mustache & Gustavo MM). E que só nasceu pelo enorme incentivo da Cheetah.
Mãe, te amo!
Filipe Raposo a.k.a. Filipe Mustache (publicitário e DJ)

A Macaca dança, ela pula e ela cresce sem parar!
Foi sensacional ver as pessoas se acabando na edição do OPEN AIR !!
Parabéns pelos 2 anos!!!
Renato Byington (D+3 Produções)

Por alguns motivos, sou assumidamente suspeito para falar da Dancing Cheetah. Primeiro porque comungo com o djs residentes da festa o prazer e o interesse por esse repertório de pista que acabou ganhando o nome de Global Ghettotech. Depois porque participei como convidado de algumas edições importantes da festa ao longo desses 2 anos. E para finalizar, porque a Cheetah acabou se tornando uma festa muito particular no Rio. Lembro de comentar com os meninos o meu espanto em ver um monte de gente dançando a noite toda um monte de músicas que não tocam nem na internet, hahahahaha. Embaladas apenas pelas síncopes eletrônicas dos sons da periferia planetária. É como eu sempre digo: Ghettotech varrendo!!! Parabéns Chico, Pedro e João!
Lucas Santtana (músico)

Outro dia estava na fila da Cheetah na Casa da Matriz, madrugada de quarta-feira, e um gringo perdido no Rio me perguntou: “Que tipo de som toca nessa festa?”. Expliquei um pouco a coisa das periferias mundiais, cumbia, guettotech, balkan beats e tal… Ele franziu a testa, fez um expressão de “ah, tá…” e entrou. Dali a uma hora encontro o sujeito saindo da pista pra pegar uma cerveja, com cara de quem tava se acabando seriamente. Ele olhou pra mim e berrou no meu ouvido: “I still dont know what the fuck these guys are playing, but its awesome”.
Vida longa pra macaca!
William Helal (jornalista)

Melhores momentos da Dancing Cheetah são todas as músicas que dancei, uma hora em Buenos Aires, outra hora em Luanda, no Vidigal, Londres, Belém… Não lembro se teve alguma música que eu não dancei, também não lembro de gente parada, não estou lembrando de muita coisa fora a música arrasadora!
Vivian Caccuri (sound artist)

Hoje, se eu pudesse comprar ações do mercado futuro de marcas culturais do Rio de Janeiro, faria uma aquisição pesada da Dancing Cheetah.
Luis Marcelo Mendes (vendedor e gerenciador de projetos)

I Cheetah
Suzana Trajano (produtora de festas)

Dancing Cheetah – festa especial de 02 anos!

24 Jun

No dia 09 de julho, no Cabaret Kalesa, a festa de global guettotech (ritmos eletrônicos de periferias globais) Dancing Cheetah realiza uma edição especial em comemoração aos seus 02 anos de vida. A partir das 23 horas, os Djs residentes Chico Dub e Pedro Seiler recebem, diretamente de Belém do Pará, a musa do tecnobrega Gaby Amarantos, e o DJ Waldo Squash, produtor mais importante do gênero atualmente.

Primeira festa nacional dedicada a música contemporânea produzida nos países latinos e africanos, a Dancing Cheetah nos últimos 2 anos tem contribuído para a disseminação de uma cultura pouco difundida no Sudeste do país e que geralmente sempre sofreu preconceito. Hoje, a Cheetah é uma referência no Brasil, tendo inclusive influenciado o nascimento de festas semelhantes no Brasil. 

___Sobre Gaby Amarantos e Waldo Squash___

Gaby vive com total consciência o processo de fixar uma identidade à qual o resto do Brasil ainda não está acostumado (talvez nem o próprio Norte do país esteja), a do artista brasileiro firmemente ancorado em suas origens indígenas. Gaby Amarantos é a artísta brasileira que mais entende de identidade neste início do século 21.
Pedro Alexandre Sanches

Em 2000, Gaby Amarantos caiu nas graças do brega se tornando uma pop-star da música paraense, recebendo grande reconhecimento por conta de sua banda, a Tecno Show. Através do tecnobrega, Gaby, apelidada de “A Beyoncé do Pará”, já participou do Fantástico, Altas Horas, Caldeirão do Huck e Domingão do Faustão. É sem sombra de dúvida o nome mais conhecido do tecnobrega, tendo tocado inclusive na posse da presidente Dilma.

Gaby se prepara gravar seu primeiro CD solo com a direção musical de Carlos Eduardo Miranda. O disco terá misturas de tecnobrega com ritmos como carimbó, guitarrada, bangüê, samba de cacete e reggaeton, gerando uma musicalidade única no país e no mundo.

O DJ Waldo Squash é o produtor mais inovador do tecnobrega. Seja em produções próprias ou nas bases para músicas da própria Gaby Amarantos, Waldo criou uma mistura entre o tecnobrega e o eletro. O ritmo, batizado de eletromelody (ou tecnomelody), dialoga com o movimento internacional global guettotech e apresenta composições sobre a realidade dos subúrbios de Belém. Waldo Squash também está a frente grupo paraense Gang do Eletro, surgido em 2008, e que também conta com Marcos Maderito. A Gang tem atraído a atenção da mídia, sendo citado em veículos de imprensa como Rolling Stone Brasil e Billboard.


João Brasil presents DJ Waldo Squash

Tracklist:

1 – Vou passar o sal (Melô do Ipitipiti) (c/ Gang do Eletro)
2 – Eletromelody Abracadabra
3 – Pitch Bull (c/ Gang do Eletro)
4 – Eletromelody da Francesinha
5 – Ai ai ai do príncipe
6 – Tecno-Cumbia Colombiana
7 – Capetinha da night (c/ Banda Eletro Hits)
8 – Mastigando Humanos (c/ Daniel Peixoto)
9 – Tecno-Cumbia do Moraes
10 – Eletro Meninos do Pop

%d bloggers like this: