Tag Archives: festa

Dancing Cheetah na Casa da Matriz: janeiro 2011

10 Jan


Dancing Cheetah

tropical/ global guettotech/ nu africa

terça, 18/01 – Lucas Santtana e Maga Bo
terça, 25/01 – Marina Gasolina, DJ Bobet Geant (França), Ajax (Gustavo mm & Filipe Mustache)

residentes: Chico Dub, Pedro Seiler e João Brasil

23:00
R$ 25,00
R$ 15,00 (com nome na lista amiga)

Casa da Matriz
Rua Henrique de Novaes, 107 – Botafogo
www.matrizonline.com.br

arte do eflyer: Mariana “Meteoro” Camberos

Macacada, sua festa preferida está de volta! E olha que é só o esquenta, hein, porque em março a nossa Cheetah comemora 2 anos em alto estilo!

Nomes para a lista amiga: dancingcheetah09@gmail.com

Advertisements

Dancing Cheetah & Bomba Estéreo_07 de outubro no Teatro Rival

22 Sep

Dancing Cheetah apresenta: Bomba Estéreo (Colômbia)_07 de outubro_Teatro Rival

No dia 07 de outubro, quinta-feira, a Dancing Cheetah se apresenta no Teatro Rival, trazendo para o palco mais charmoso da cidade o show da sensação Bomba Estéreo, um dos grupos mais importantes da nueva cena latino-americana e sem sombra de dúvidas o principal nome do pop alternativo da Colômbia, país que hoje vive uma efervescência cultural sem precedentes.

Bomba Estéreo

A conceituada revista americana URB os define como uma mistura de Nelly Furtado com M.I.A. Já os integrantes do Bomba Estéreo, principal nome da nova música colombiana, se auto-definem como um grupo de electro-tropical. Ou mesmo de cumbia psicodélica, eles continuam. Definições a parte, é inegável que o som do Bomba Estéreo, uma mistura de ritmos folclóricos da costa colombiana (bullerengue, champeta e cumbia) com música eletrônica, dub, hip-hop e rock é… altamente explosivo!

O Bomba Estéreo foi criado em 2005 como um projeto solo de Simón Meíja, que lançou no mesmo ano um trabalho com colaborações de vários músicos e cantores. Dessas colaborações, Simón, que contribui com todos os beats eletrônicos além de tocar baixo e sintetizadores, pescou para o Bomba, Kike Egurrola (bateria), Julián Salazar (guitarra) e Li Saumet (voz), e em 2008 lançou Estalla. No ano seguinte, Estalla foi re-lançado nos Estados Unidos e Europa pela americana National Records, que o rebatizou de Blow Up. A partir daí, o Bomba Estéreo tem sido figura constante em festivais internacionais como South by Southwest (EUA), Summer Stage (EUA), Sónar (Espanha), Roskild (Dinamarca), Bonnaroo (França), Worldtronics (Alemanha), Lovebox (Inglaterra), entre outros. Já estiveram no Japão, e até mesmo no Brasil, onde fizeram parte, no ano passado do Rec Beat, o carnaval-festival alternativo de Recife.

É com muito prazer que a Dancing Cheetah anuncia o show do Bomba Estéreo, banda que a imprensa internacional escolheu como não só a representante mais importante da nova cumbia, fenômeno que hoje trespassou a barreira latina, sendo produzido em lugares como Suécia, Dinamarca e Holanda, como também um dos artistas mais criativos de todas as Américas.

—Vídeos—

Fuego:

Aguasala:

La Boquilla:

O Bomba Estéreo é mais ou menos assim ao vivo (Fuego ao vivo no Niceto Club, em Buenos Aires):

Ou assim, dessa vez no fundamental Sónar, de Barcelona:

Entrevista para o Show Livre, em Recife:

Entrevista para um site espanhol:

Dancing Cheetah_Temporada Julho 2010_Casa da Matriz

5 Jul

Macacada,

Amanhã, dia 6 de julho, começa mais uma temporada da Dancing Cheetah. Serão 4 festas em julho, às terças-feiras.

Pra quem não conhece ou nunca foi, a Cheetah é uma festa movida a ritmos musicais terceiro mundistas, especialmente os mais contemporâneos, além de fusões desses estilos com música eletrônica, reggae, pop, rock e hip-hop. Espere ouvir muita cumbia, reggaeton e latinidades em geral, tecnobrega, pós-funk, tropical bass, kwaito, kuduro, funana, coupé decalé, mashups e global guettotech.

www.dancingcheetah.wordpress.com

Iniciando os trabalhos, contamos com a presença de ninguém mais ninguém menos que o argentino Villa Diamante, fundador do coletivo mais importante da nova música latino-americana, o Zizek, e especialista em mashups de cumbia com sons eletrônicos, pop e rock. Saiba mais sobre Villa e leia uma entrevista que fizemos com ele clicando aqui.

Na pistinha 2, quem faz barulho e bagunça é a Makula, festa focada em sons africanos mais roots, como afrobeat, highlife, soukous e makossa. Leia uma entrevista que fizemos com a Makula, formada pelos pelos Djs Gustavo Benjão, Lucio Branco e Zé McGill.

Dê um reply com seu nome e o de seus amigos e entre na lista amiga (15 reais).

Dancing Cheetah
06 de julho/ Casa da Matriz
Pedro Seiler & Chico Dub recebem Villa Diamante (Zizek/ Buenos Aires) + Makula
23:00
20 reais

Bootie Rio

12 May

Criada em 2003 pelo casal de DJs e produtores musicais Adrian & the mysterious D (AplusD), em São Francisco, a Bootie foi a primeira festa dedicada a tocar apenas mashups e bootlegs. Hoje, é a maior festa de mashups do mundo, com sede em São Francisco, e eventos em 16 cidades, como Los Angeles, Nova York, Boston, Portland, Berlin, Munique, Vienna, Paris, Brisbane, Londres, Helsinki, Cingapura, Irlanda, Hamburgo e Balcãs.

No Rio, as festas da Bootie contam com a produção do Fabiano Moreira e residência do Lucio K. A primeira edição, que rola dia 14 de maio, na Fosfobox, tem como convidados a dupla AplusD e André Paste.

Leia aqui uma entrevista com os criadores da festa, AplusD.

Maiores infos no site da Bootie Rio.

Festa Fix hoje com Chico Dub e Lucas Santtana

21 Apr

O símio mais agressivo da Cheetah toca hoje junto com o Lucas Santtana na Festa Fix. Oportunidade bem bacana de ouvir o tal global guettotech na boa e velha pistinha 2 da Matriz.

Release:

Hoje rola uma edição especial da Fix. A festa, que nasceu em 2007, se dedicava a expressar a crescente mistura do pós & disco punk na eletrônica junto com a busca por elementos bacanas de gêneros old-school que mereciam permanecer nas pistas (acid house, disco, electrofunk). Essa combinação vingou e virou realidade nas pistas de hoje, chame de indie-dance, nu-disco ou do que for.


Hoje, a tendência mais forte é olhar para fora do nosso universo urbano (cada vez mais homogêneo) e procurar nas culturas locais por outras identidades; mais cruas e livres da saturação; nos guetos, no regional, nas periferias. Entra em cena um perfeito complemento para a Fix: o global guettotech, que faz justamente essa mistura do regional com o que há de moderno nas pistas. Quem vai representar o estilo na Fix é quem mais domina o assunto: Chico Dub (Dancing Cheetah) e Lucas Santtana. Na pista 1, Gustavo mm, Nepal e Markinhos Meskita trazem o electro-disco-rock desse e de todos os tempos!

Serviço:

FIX
Gustavo MM
Markinhos Meskita
Nepal

Na pista 2
Chico Dub
Lucas Santtana

Preços:
R$18 até 1am com nome na lista (chicodub@gmail.com)
R$22 depois de 1am com nome na lista (chicodub@gmail.com)
R$30 fora da lista

Casa da Matriz
Henrique Novaes 155, Botafogo

Dancing Cheetah 14/07 – Da Lua + La Rica

12 Jul
CHEETAH-2
Terça-feira, dia 14 de julho, tem mais uma Dancing Cheetah na Casa da Matriz!
Na pista 1, João Brasil recebe Marcelinho da Lua como convidado. Da Lua apavorou na temporada que a macaca fez no 69. E dessa vez não vai ser diferente. Espere muitos grooves latinos e mixagens impecáveis.
Na pista 2, Pedro Seiler e Chico Dub recebem os Djs Icarodátilus e André Amaral, do La Rica.
2manydjs la rica
Icarodátilus & André Amaral vem se revezando nas carrapetas há tempos, desde os primórdios das ocupações do La Rica, Sistema de Som Ambulante. A partir do ano passado começaram a produzir o programa BumpBeat na Rádio Gruta, onde apresentam uma seleção inusitada com o som que costumam tocar nas pistas da cidade. Para a Cheetah, prepararam um set back2back nervoso repleto de kuduro, kuwaito e unclassics nacionais.

Você escuta os novos em sets do Icarodátilus aqui e do André aqui. Já o programa BumpBeat você confere toda quarta de 17h às 19h na Radio Gruta.

Fabiano Moreira, presidente do fã clube da macaca e um de nossos maiores incentivadores, tem feito uma bela cobertura das ocupações e sets do La Rica no Agemda. Foi de lá que a Cheetah roubou a entrevista abaixo – feita pelo Millos Kaiser.

ENTREVISTA AGEMDA
MILLOS– Quando onde e por que o La Rica começou? ÍCARO– Quando o peruano Sergio Verastegui veio com uma proposta de fazer uma festa, que também fosse uma marca, vazia em si e que pudéssemos fazer qualquer coisa sob este selo. Isso foi lá por 2005. Tínhamos nossas companheiras Thaís e Maiza e o parceiro Gustavo Guimarães, que aceitaram a empreitada. Como todos estamos no meio das artes plásticas, como artistas ou pesquisadores, este projeto acabou ganhando a forma de uma performance/instalação, na qual criamos um ambiente social autônomo que une as pessoas pela música e pela comida.

M– Já tiveram algum problema com polícia ou com a prefeitura por causa das ocupações?

I– Problema, problema, não. Aliás, foram uma solução. Quando fizemos a última na feira da glória, no 7 de setembro, tivemos uma participação bombástica do Solange tô aberta, uma dupla drag-funk-punk. A polícia veio pedindo que parássemos. Pedimos mais 15 minutos e colocamos os punk funks pra cantar.  Depois da singela canção Vou tomar no cu do Freud, a polícia veio apreender os Cds de funk pirata, mas não tinha nada. Nós paramos, mas já era quase fim de tarde, hora de acabar mesmo. Foi bom porque fechamos no auge, antes da curva da decadência, e foi uma história ótima. A polícia ajuda no nosso marketing.

M– Larica todo mundo sabe o que é. Mas e La Rica? Tem algum outro significado mais poético, tipo fome de tudo: música, arte, comida… é por aí?

I
– Olha, tem essa conotação tabém, mas é um puco mais simples do que você imagina. Eu sou brasileiro, e aqui você sabe bem o significado do termo, já o Sérgio é peruano e, lá, esse termo quer dizer algo como gostosona. Achamos divertido usar esse termo multilíngue. Simples assim.

M– Quando e onde será a próxima ocupação?

I
– Olha estamos estudando ainda. Talvez como um flash, façamos algo na virada cultural nesse finde, mas estamos esperando uma resposta. Certo mesmo é que a próxima será na zona sul.

M– alguma história engraçada/inusitada ocorrida em alguma delas?

I– Tem uma divertida. Uma vez, quando fizemos o defumador na feira da Glória, estava uma calor da porra. Era dezembro. Então uma amiga nossa, a Kananda do Favela Hype, perguntou se não poderia trazer uma piscina. Eu respondi que sim, afinal a rua é de todo mundo. Tentamos abrir uns hidrantes mas estavam todos secos, então esperamos a Comlurb passar pra fazer a limpeza e, em troca de duas cervejas, conseguimos a água do carro pipa. Foi sucesso total. Chegou a dar overbooking na piscina.

M– Existe uma vontade de passar uma espécie de “educação musical” (bastante aspas nisso) com as ocupações, tocando, por exemplo, Fela Kuti no Campo de Santana? Ou é apenas o que vocês gostam e por isso tocam? O povo reage bem?

I– Olha não é uma educação musica, mas um respeito com o público. Tentamos adequar o som ao lugar. Então na feira pela manhã colocamos dubs, reggae e sambalanço. Fica todo mundo feliz. No São Jorge, colocamos afrobeat, afinal, ali é som de terreiro, se bem que, no último, o público estava tão animado que acabamos colocando um som mais pesado. No MAM, começamos com uma seleção de clássicos da eletrônica (Pierre Henry, Stockhausen…). Então a idéia é essa, não agredir e mostrar o que a gente gosta.

Tem mais coisa sobre o La Rica no Agemda. Confira aqui.

Cheetah´s back!

6 Jul
%d bloggers like this: