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Férias da Macaca

2 Jun

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Obrigado a todo mundo que curtiu, dançou e rebolou!!! A Macaca sai de férias agora em junho mas volta com força total em julho. Aguardem novidades!

Nos próximos dias, a Cheetah posta aqui no blog um retrospecto geral da segunda temporada. Um post com um best of das fotos, mixtapes que foram publicadas no Agemda na época da divulgação e mais.

E semana que vem, se a Cheetah não hibernar profundamente no frio úmido das grutas do Parque Lage, tem nova mixtape na área. Stay tuned.

Lucas Santtana!

13 May

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lucas santtana

Um dos mais talentosos músicos da nova geração de artistas brasileiros, o baiano-carioca Lucas Santtana também é um DJ de mão cheia. Prestes a lançar seu quarto disco, uma nova, experimental e ousada expansão do formato voz e violão, Lucas Santtana vai mostrar na Dancing Cheetah sua pesquisa musical envolvendo ritmos jamaicanos, africanos e latinos. A discotecagem de Lucas Santtana na Dancing Cheetah comemora também os 3 anos do site Diginois, espaço de divulgação do artista repleto de textos sobre tecnologias digitais, open business e boa música.

O jornalista Fabiano Moreira, do Agemda, fez um super post sobre a próxima Dancing Cheetah, que neste domingo recebe o músico e DJ Lucas Santtana. A pedido do blog, Lucas fez uma mixtape irada, repleta de sons do seu repertório como DJ e que ilustra a diversidade musical que a Cheetah compartilha com o seu trabalho. Saca o setlist:

Lucas Santtana – Dancing Cheetah Mixtape

1 – Cousin Cole – Major Ager
2-   Diplo –  Hollaback girl Baltimore holl
3-   Lucas Santtana & Seleção Natural – Pela orla dos velhos tempos
4-   Lucas Santtana – Super violão mashup
5-   Cassiano – Tchutchuca con leche (Bonde do Tigrão/ El Presidente)
6-   Da Lata – Ska cubano
7-   Ghislain Poirier – Poiriersound #4
8-   Santogold – Say Aha TEPR remix
9-   Fugges – Fiestala The Heatwave Refix
10- Lily Allen & General Levy – Mad Ldn
11-  Mr Catra – 4 X 4 Cassiano Rmx/ Atividade Dobrada
12- Cousin Cole – Major rager #2
13-  Bonde do tigrão – Kuduro remix
14- DJ C and Mc Jorge Stylo – Juce
15- Shantel – Fige Ki Ase Me
16- Pio Lobato – tecnobrega #1
17- João Brasil – Baile Parangolé
18- DJ Mujava – Township Funk
19- Beck – Bad Cartridge E-Pro Remix
20- Maderito e Joe – Passageiros da nave
21- Kleva – Mapaputsi (Maga Bo remix)
22- Orquestra Brasileira de Música Jamaicana – O Guarani

Vai lá e baixa a mix!

E se você ainda não foi na Dancing Cheetah, olha só o que você tá perdendo! São fotos da última edição, com o argentino El Remolón, que no final das contas contou também com a participação especial do MC Gringo!

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Dancing Cheetah no 69

29 Apr

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Vamos dar início a segunda fase da Dancing Cheetah, agora no 69? O primeiro convidado da série de 5 festas, que você sabe, rola todo domingo de maio, é Maurício Valladares

Mauval, como é carinhosamente apelidado por uma legião de admiradores, é uma das principais influências da Dancing Cheetah. Através do seu anárquico e desorientador programa de rádio Ronca Ronca, transmitido pela Oi Fm, Mauval abre semanalmente a cabeça de milhares de ouvintes Brasil a fora. Com um conhecimento enciclopédico sobre tudo quanto é tipo de música, Mauval nos ensina a cada programa que só existem dois rótulos musicais: música boa e música ruim. Uma lenda.

5 Perguntas para Maurício Valladares

DC: Brasileiro sempre teve muito preconceito com música latina. Talvez por causa da língua, a sensação é de aquilo é cafona e tal. Vc concorda? De uma maneira geral, vc acha que isso tá mudando no Brasil? O que vc tem percebido nesse sentido?

MV: essa aversão à música “cucaracha” não é desde sempre não.
até a década de 60, os hermanos transitavam sonoramente pelo brasa: tango, bolero, cha cha cha, cuba & afins. mas acho que o “preconceito” desabrochou na falta de informação/educação dos tempos seguintes…
e, talvez, a rivalidade futebolística (que se tornou mais acirrada) com os argentinos tenha ajudado.

DC: Vc no seu programa nunca se ligou em rótulos e sempre tocou tudo quanto é tipo de música. Porque existem tão poucos espaços pra esse tipo de programa ou veículo? Vc acha que o problema tá na mídia ou realmente o brasileiro não é interessado no que é diferente, no underground, nas chamadas “outras coisas”, vamos dizer assim?

MV: volto à resposta anterior: trata-se de uma questão de informação/educação. as pessoas que se tornaram os cabeças da mídia preferiram, lá no início dos 70, seguir pelo óbvio, pelo de consumo rápido… pelo descartável. e assim as coisas seguem… e pioram a cada dia.
o futuro, mesmo com internet & cia, é negro. no mal sentido da palavra.
afinal, vivemos num país miserável. por isso, de pouco vai adiantar dois brasileiros se interessarem pelo que temos para mostrar… se no mesmo instante, milhares de outros se voltam ao que há de mais estúpido possível. mas a gente segue em frente!

DC: As músicas que vem da Africa, América Central, Oriente Médio, etc, são rotuladas de world music no resto do mundo; uma rótulo guarda chuva pra botar tudo quanto é tipo de som na mesma prateleira. Porque isso acontece até hoje, mesmo com a internet aí pra facilitar o conhecimento e prover informação de tudo quanto é tipo?

MV: tudo e todos tendem a rotular as coisas. fica mais fácil para massificar… e fazer as pessoas (de pouco interesse) entenderem.

DC: Vc é um amante do vinil, da coisa física ali na sua mão, as capinhas, ficha técnica… Mas o mp3 tem seu lado bom, não? Vc baixa coisas? Qual é o seu relacionamento com a internet e a cultura digital?
MV: nunca baixei uma música sequer! jamais me empolguei com os avanços tecnológicos. nenhum deles, voltados à música ou não. agora, isso não me faz cego em relação à importância da internet e seus periféricos.
DC: Como vc avalia o seu momento profissional atual? Hoje o Ronquinha é transmitido pra várias cidades no Brasil, Tim Festival uns anos atrás, assim como festa pros Rolling Stones, show do Radiohead… É o momento mais especial da sua carreira? Ou vc ainda sente saudades da sua época registrando grandes shows, cara a cara com ídolos do rock, com ícones cada vez mais raros na música de hoje?

MV:
é o momento mais especial pelo ineditismo do roNca roNca ser transmitido AO VIVO para nove cidades… e ainda em 2009 outras tantas irão se juntar à rede. quem sabe, em breve, meu sonho de ter o programa em rede nacional não se concretiza?! quanto à fotografia, não tenho saudade de ficar cara a cara com os ídolos.
Então é isso. Nos encontramos no 69 neste domingo, dia 03. A macaca está esperando. Para nomes na lista amiga (R$15,00), basta mandar um email para: dancingcheetah09@gmail.com

Dancing Cheetah_2º temporada

23 Apr

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O trabalho gráfico desse e de todos os próximos flyers da Dancing Cheetah é do Arterial, escritório muito cascudo liderado pelos designers e amigos Christano Calvet (aka ®ESISTRO) e Marcos Leme (o pai do Pedro!).

Falta pouco!  😉

Dancing Cheetah – 2º temporada

15 Apr

Dancing Cheetah_2º temporada
Lounge 69 – todos os domingos de maio
Prudente de Moraes, 416 – Ipanema

pós-baile funk, cumbia, tropical, mashups, balkan, afro, tecnobrega, guitarrada, rock 00’s, eletronica 00’s, global guettotech

residentes:
João Brasil, Pedro Seiler e Chico Dub

3 de maio> Maurício Valladares (Ronca Ronca/ Oi Fm)
Mauval, como é carinhosamente apelidado por uma legião de admiradores, é um das principais influências da Dancing Cheetah. Através do seu anárquico e desorientador programa de rádio Ronca Ronca, transmitido pela Oi Fm, Mauval abre semanalmente a cabeça de milhares de ouvintes Brasil a fora. Com um conhecimento enciclopédico sobre tudo quanto é tipo de música, Mauval nos ensina a cada programa que só existem dois rótulos musicais: música boa e música ruim. Uma lenda.

10 de maio> El Remolón (ZZK Records/ Argentina)
O argentino El Remolón, de Buenos Aires, Argentina, é um dos mais ativos membros do coletivo de Djs e produtores ZZK (leia-se Zizek). Fazendo uma fusão de ritmos folclóricos latinos, especialmente a cumbia colombiana, com um sem número de gêneros (reggae, electro, IDM, funk carioca, kuduro, dubstep) no que ficou conhecida como cumbia digital, o ZZK é hoje o principal produto de exportação argentino. Depois de passar por alguns dos principais festivais de novas tendências musicais, como os norte-americanos South By Southwest e Coachella, o ZZK chega pela primeira vez ao Brasil para divulgar sua irresistível versão eletrônica da cumbia, gênero ouvido compulsivamente em toda a América Latina.

17 de maio> Lucas Santtana
Um dos mais talentosos músicos da nova geração de artistas brasileiros, o baiano-carioca Lucas Santtana também é um DJ de mão cheia. Prestes a lançar seu quarto disco, uma nova, experimental e ousada expansão do formato voz e violão, Lucas Santtana vai mostrar na Dancing Cheetah sua pesquisa musical envolvendo ritmos jamaicanos, africanos e latinos.

24 de maio> Marcelinho da Lua
Marcelinho da Lua é um dos mais queridos Djs e produtores cariocas. Ícone do drum & bass nacional, seja em seus discos solo, sets explosivos de ragga jungle e incursões a música Brasileira, tanto no BossaCucaNova quanto em remixes, Da Lua também apaixonado pela música latina e caribenha. Dono de técnica invejável, espere por mixagens perfeitas e grande alegria, suas marcas registradas.

31 de maio> FAROFF (Brasília)
Leo Bursztyn, o Faroff, é um dos maiores expoentes de cena de mashups do Brasil. Ex-membro do Móveis Coloniais de Acajú, esse brasiliense mistura em suas produções Gwen Stefani com Los del Rio (aquele da Macarena!), música dos Balcãs com Gretchen, e Beatles com LCD Soundsystem. Quando não está em Brasília, aonde é residente da cult Cansei de ser Cult, Faroff viaja pelo Brasil e Estados Unidos (onde mora metade do ano), se apresentando nos mais importantes eventos de mashup do mundo (como a festa Bootie). Faroff parece nascido para tocar na Dancing Cheetah. Com certeza vai promover com João Brasil um duelo dos mashups mais absurdos e deliciosos que já se tiveram notícia.


Aguardem mais infos!

Dancing Cheetah Mixtape: Chimp Mix

15 Apr
arte de filipe "mustache" raposo

arte de filipe "mustache" raposo

É com muito orgulho que a Cheetah apresenta a sua primeira mixtape: Chimp Mix. Vamos ao set list:

1 – Baile Parangolé – João Brasil
2 – Kini Soni – Ms Scandalous
3 – Thunderstruck (Crookers Remix) – AC/DC
4 – La Vida Vale La Pena – Uproot Andy
5 – Pica-Pau – DJ Topo
6 – Cutuca Super Pop – Jurandy
7 – Nos Couleurs – Cheb Mami & K-Maro
8 – Balkan Qoulou – Watcha Clan
9 – The Magnificent Romeo (Basement Jaxx vs. The Clash) – Soulwax
10 – Like A Life On A Prayer (Bon Jovi vs. Nina Simone vs. The Madonna Choir) – MadMix Mustang
11 – Whachadoin (João Brasil Tropical Mix) – N.A.S.A.
12 – Left Behind (João Brasil Tropical Mix) – CSS
13 – La Isla Con Chicas – Kumbia Queers
14 – Cumbia Que Pega – Fantasma
15 – Caribenha – Mestre Curica
16 – Toca aí – Mestre Aldo Sena
17 – Poison Dart (South Rakkas Crew Remix) – The Bug
18 – Tamborzuda feat. Mc Thiaguinho (Sin Rave Mix) – Sinden & Count of Monte Cristal
19 – Big Lambada – João Brasil

Para baixar, clique aqui ou aqui tb.

A mix resume muito bem o espírito que a Cheetah quer cauzar no blog, nos sets e nos agitos culturais. Um mundo mais unido, sem fronteiras e preconceitos. Então temos 2 guitarradas, 2 tecnobregas, 3 fidgets house, experiências com o funk carioca, cumbia digital, mashups, leste europeu, vocais indianos, pegada árabe. Aguardem que é a primeira de muitas que virão!

Abrindo o set, o símio mais irreverente e fanfarrão da Cheetah, João Brasil, apresenta a primeira música de seu novo disco, o ainda em construção Tropical Baile Tech. “Baile Parangolé” é uma homenagem a Caetano Veloso e toda a Tropicália inna JB way. A lista de samples é essa, apurou o 4º elemento da Cheetah, Bruno Natal, em seu URBe, que inclusive publicou uma entrevista com João.

“Tropicália” – Caetano Veloso
“Zanzibar” – Edu Lobo
“Nega do cabelo duro” – Luiz Caldas
“Swing da cor” – Daniela Mercury
“Por trás de Brás Pina” – Guinga
“Não se acabou” – João Donato
“Biotech is Godzilla” – Ratos de Porão
“Panis et circenses” – Mutantes
“Bocochê” – Viniciu de Moraes e Baden Powell
“Dançando Calypso” – Calypso

Segura que dia 3 de maio tem Dancing Cheetah no 69, com um convidado pra lá de cascudo, mestre soberano e influência total da macaca, Maurício Valladares.

Para matar as saudades da macaca

20 Mar

Sei que a macaca tá fazendo falta. A saudade é grande, o peito dói, mas em breve ela volta. Dizem por aí que ela vai voltar em grande estilo, nos domingos de maio.

Por enquanto, vamos reviver os 3 vídeos na nossa mascote.

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