Tag Archives: major lazer

Lazerproof

27 May

A blogosfera inteira só fala na mixtape do Major Lazer com a La Roux. Curioso, né? Já ouviu? Não? Então baixa aqui.

LAZERPROOF TRACKLISTING

1. Bulletproof (Nacey Remix ft. Matt Hemerlein)
2. Colourless Artibella
3. I’m Not Your Lemonade + Heroes ‘N‘ Villains Remix ft. Gucci Mane
4. Independent Kill ft. Candi Redd
5. Keep It Fascinating
6. Magic (Falling Soldiers Dub)
7. In 4 The Kill Pon De Skream
8. Houstatlantavegas Pains ft Drake
9. Tigerlily (DYWHAP Blend) ft. Rusko
10. Can’t Stop Now (Armor Love Remix)
11. Quicksand (Mad Decent 2010 Rerub) ft. Amanda Blank
12. Cover My Eyes (Costra Nostra Edit)
13. I Said It (Major Lazer Dubplate) ft. Opal
14. Hold Yuh (Double Dubplate) ft. Gyptian

Sunday Trax #2

11 Oct

Kalibrados – Luanda

Major Lazer feat. Nina Sky & Ricky Blaze – Keep it goin’ louder

Miike Snow – Animal

Global Guettotech #0

23 Jun

E a Cheetah inaugura mais uma sessão aqui no blog, dessa vez sobre global guettotech. A cada semana, terça-feira para ser mais exato, um nome chave desse tão polêmico gênero musical estará sendo dissecado pela macaca. Mas pra começar, vamos voltar ao tempo e postar como introdução uma matéria escrita pelo Camilo Rocha para a Folha de São Paulo em janeiro do ano passado, talvez o primeiro texto sério sobre o assunto no Brasil. Para ilustrar, a Cheetah toma a liberdade e incorpora alguns vídeos no post.

“Globalistas” buscam sons periféricos

DJs como Diplo, Manga Bo e Dolores misturam ritmos que vão do hip hop norte-americano ao dancehall jamaicano.

Inspirados nos sons mais urbanos das periferias, artistas negam que trabalhos tenham como fonte inicial a “world music”.

CAMILO ROCHA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
(15.01.08
)

A maioria dos DJs costuma direcionar seus ouvidos para algumas poucas mecas musicais do Primeiro Mundo, como Nova York, Londres, Berlim e Paris. Nesta década, porém, emergiu uma nova categoria, a dos DJs “globalistas”, que viajam muito mais longe em suas garimpagens musicais.

Nomes como Diplo, DJ Dolores, Maga Bo, DJ/rupture, Ghislain Poirier e Wayne&Wax constroem sets incrivelmente variados, que podem ter hip hop americano, tecno alemão ou electro francês, mas também soca de Trinidad, rap marroquino, funk carioca, kuduro de Angola, dancehall jamaicano, o grime das Cohabs londrinas ou a cumbia colombiana.

A exposição desses ritmos “periféricos” já influencia artistas em diferentes esferas como a banda Bloc Party e os DJs/ produtores Simian Mobile Disco e Samim (que teve um dos hits do ano com “Heater”, no qual juntou cumbia com tecno). Depois tem o fenômeno da anglo-cingalesa MIA, a primeira popstar a sair dessa tendência e que lançou neste ano o elogiado álbum “Kala”.

Seria tudo isso uma nova roupagem para o desgastado termo “world music”? Ao conversar com a Folha por telefone, o DJ e produtor canadense Ghislain Poirier, que acaba de lançar o álbum “No Ground Under” pelo selo Ninja Tune (da dupla inglesa Coldcut), nega: “World music é mais exótico, os sons que tocamos são mais urbanos. Eles vêm de um cenário comum: pessoas sem muito dinheiro, fazendo música em estúdios caseiros ou num laptop. É algo mais urgente”.

Graças a um maior acesso à internet e à tecnologia, em todo o mundo há uma proliferação sem precedentes dos sons das periferias dos países, boa parte deles com fortes bases eletrônicas e criados em laptops ou PCs surrados, muitas vezes com softwares piratas, e divulgados via blogs, sites e sets dos DJs “globalistas”.

O DJ e MC americano Wayne&Wax, que também é etnomusicólogo, batizou o movimento de “global ghettotech”. “Inventei essa frase para descrever uma estética emergente entre certos DJs e blogueiros, onde se mistura gêneros “globais” como hip hop, tecno e reggae, entre outros, com estilos “locais'”, explicou Wayne à Folha. “Mas sou contra a abordagem superficial e modista. Gosto de conhecer os contextos sociais e culturais que moldaram esse sons”, esclarece.

Pioneiros

Um dos “globalistas” pioneiros é o DJ/rupture, de Boston, EUA, que primeiro chamou a atenção com uma mixtape (set mixado) chamada “Gold Teeth Thief”. O set deu tanto o que falar que figurou entre os dez melhores lançamentos de 2002 da prestigiosa revista musical inglesa “The Wire”.

Por meio de seu blog e programa de rádio “Mudd Up!”, Rupture transmite uma mescla insana de ritmos de várias partes. Um de seus interesses especiais é a música maghrebi, do norte da África. “Estou descobrindo [também] o mundo da cumbia – existem muitas cenas fascinantes, do passado e do presente”, conta o DJ.

O selo de Rupture, Soot, deve lançar em alguns meses o álbum de estréia de outro nome importante da cena “globalista”: Maga Bo, um americano de Seattle que mora no Rio desde 1999. Maga Bo já trabalhou com brasileiros como BNegão, MC Catra, Marcelo Yuka, Marcelinho da Lua e Digitaldubs.

No ano que vem, ele deve começar a dar aulas sobre produção digital na sede do AfroReggae, em Parada de Lucas, no Rio. No momento, está em Addis Ababa, capital da Etiópia, gravando com músicos locais e pesquisando música etíope.

“Batidas eletrônicas são o campo onde todo mundo pode se entender. O computador, que já foi chamado do primeiro “instrumento folk universal”, está cada vez mais acessível. O volume de música que pode ser encaixada nesse “global ghettotech” está aumentando no mundo. A morte das gravadoras tradicionais e o crescimento da distribuição de música na internet estão ajudando essa popularização”, conta Maga Bo.

Já o DJ Dolores, representante brasileiro mais conhecido dessa tendência, diz que “os computadores são os tambores de hoje, um instrumento primal que cada um pode usar do seu jeito”. Em 2004, Dolores ganhou o prêmio de melhor DJ na categoria “Club Global” da Radio One, da BBC inglesa. Dolores acaba de chegar de vários shows pelos EUA e México e no ano que vem deve lançar o álbum “Um Real”.

Diplo é o nome mais conhecido dessa safra de DJs/produtores. Esse americano de 29 anos foi um dos principais divulgadores do funk carioca no exterior. Ex-namorado de MIA (cujo primeiro álbum ele co-produziu), Diplo tocou recentemente no Tim Festival.

Ele acredita que é importante retribuir as culturas locais. Através do projeto Heaps Decent, ele vem fazendo música com jovens aborígenes de um centro de detenção de menores da Austrália. Faixas devem sair em breve, em parceria com o selo australiano Modular.

“Já que essas subculturas, de certa forma, me ajudam a ganhar a vida, fiz algo para ajudar seu desenvolvimento”, explica. “Nos próximos meses, espero fazer o mesmo na favela do Cantagalo, no Rio, com a ajuda do AfroReggae e do [antropólogo] Hermano Vianna.”

Rapidinhas #1

17 Jun

A Cheetah inaugura aqui no blog a sessão “Rapidinhas”. Toda quarta-feira, notas curtas, vídeos, flyers de festas amigas e por aí vai.

Brazilian Star Wars – Mashup by FAROFF

Major Lazer feat. Mr. Lexx & Santigold – Hold the line

Ps: Já falamos deles aqui, mas o videoclip oficial do primeiro single não poderia ficar de fora. Aguardem maiores infos sobre o Major Lazer aqui na Cheetah.

Songoro Cosongo nessa sexta, no Circo Voador

FLIER ELETRÔNICO CIRCO
Songoro Cosongo – Merengue de inverno

Songoro Cosongo – Chorumbia

Ps: O Cosongo é uma big band de músicos latinos e cariocas radicados na Lapa, bairro do Rio aonde tudo acontece. Um sopro de latinidade que merece ser degustado por todos!

URBe 6 anos – a festa!

urbe_6anos_final

Ps: Festinha de comemoração do site do nosso grande amigo e 4º elemento da Cheetah, Bruno Natal. A macaca não o convida (o dia virá) pra discotecar na festa, mas ele sabe que é amado por todos.

Magic System & Cheb Khaled – Même pas fatigué

Ps: Um pouquinho de coupé decalé para este finzinho de tarde. Um dos hinos da macaca que muito em breve marcará presença na próxima mixtape da Cheetah

Uma arara selvagem e exótica contou a Cheetah que a Banda Calipso se apresenta na Fundição Progresso, dia 21 de agosto.

Major Lazer

24 Apr

majorlazer

E o tal do Major Lazer, hein? No mundo dos guettotech blogs, só se fala nisso. Até porque, um projeto que une Diplo, Switch e milhões de participações a la N.A.S.A. pra fazer um disco de dancehall futurista, realmente é uma notícia e tanto. Porém, a Cheetah espera (e muito) que as próximas músicas a orbitar pela web sejam melhores que o primeiro single, “Hold the line”. Ainda mais com um release insano e alucinante como esse abaixo. Release (e arte!) que lembra a Cheetah dos discos lançados pela Greensleeves no início dos anos 80, em especial os do Scientist.

Major Lazer na teoria:

Major Lazer is a Jamaican commando who lost his arm in the secret Zombie War of 1984. The US military rescued him and repurposed experimental lazers as prosthetic limbs. Since then Major Lazer has been a hired renegade soldier for a rogue government operating in secrecy underneath the watch of M5 and the CIA. His cover is that of a dancehall night club owner from Trinidad and he enlisted the help of long-time allies and uber-producers, Diplo and Switch, to produce his first LP. His true mission is to protect the world from the dark forces of evil that live just under the surface of a civilized society. He fights vampires and various monsters, parties hard, and has a rocket powered skateboard.

Major Lazer na prática:

Major Lazer feat. Santigold & Mr Lexxus – Hold the line

Mas nem tudo está perdido nesse início: os remixes para “Hold the line” pipocam frenéticamente na web. Esse dubstep aqui bem que chamou a atenção! Wow!

Major Lazer – Hold the line (Danny Scrilla Dubstep remix)

E fiquem de olho que daqui a pouco deve aparecer mais coisa do Major Lazer. A Cheetah, com seus olhos de (?!!) lince, tá com o radar ligado!

Major Lazer – Guns don’t kill people, lazers do
(lançamento 16/06)

1. Hold The Line feat. Mr. Lex & Santigold
2. When You Hear The Bassline feat. Ms. Thing
3. Can’t Stop Now feat. Mr. Vegas & Jovi Rockwell
4. Lazer Theme feat. Future Trouble
5. Anything Goes feat. Turbulence
6. Cash Flow feat. Jah Dan
7. Mary Jane feat. Mr. Evil & Mapei
8. Bruk Out feat. T.O.K. & Ms. Thing
9. What U Like feat. Amanda Blank & Einstein
10. Keep It Goin’ Louder feat. Nina Sky & Ricky Blaze
11. Pon De Floor feat. VYBZ Kartel (Additional Production By Afro Jack)
12. Baby feat. Prince Zimboo
13. Jump Up feat. Leftside & Supahype (Co-Produced By Crookers)

%d bloggers like this: