Mounstrito Federal

Mucho loca essa animação mexicana de um fazedor de tacos sem carne e os porcos policiais.

E muy buena essa cumbia que a produtora da animação fez como teaser para promover a série (não encontrei outros episódios na web).

Chuleta, cochinita, arrachera, chicharrón
Buche, cachete, tripa, corazón
Pastor, suadero, longaniza con arroz
Tu gírame tu trompo, yo te doy todo mi amor

Señor taquero, en las noches sueño con usted
Y mi mami dice que no puede ser
No me quiere comprender

Señor taquero, mi papá me dice que me va a internar
Pero lo que quiero pa gozar
Lo que necesito, es su longaniza y nada más

Que chichi, que chichi, que chicharrón
Que chichi, que chichi, que chicharrón
Que chichi, que chichi, que chicharrón

Una salsa roja, de la más picosa
Pa gozar y pa mojar Chuleta, cochinita, arrachera, chicharrón
Buche, cachete, tripa, corazón
Pastor, suadero, longaniza con arroz
Tu gírame tu trompo, yo te doy todo mi amor

Señor taquero, en las noches sueño con usted
Y mi mami dice que no puede ser
No me quiere comprender

Señor taquero, mi papá me dice que me va a internar
Pero lo que quiero pa gozar
Lo que necesito, es su longaniza y nada más

Que chichi, que chichi, que chicharrón
Que chichi, que chichi, que chicharrón
Que chichi, que chichi, que chicharrón

Una salsa roja, de la más picosa
Pa gozar y pa mojar

Via @estela_rosa

Sahara Elektrik

sahara

O grupo de rock alemão Dissidenten é um dos precursores da mistura de sonoridades ocidentais com as indianas e árabes. A Cheetah não achou a citação, mas falam por aí que a Rolling Stones os batizou de “Godfathers of World Beat”. Verdade ou não, o fato é que Sahara Elektrik, disco de 84 gravado no Tangier, Marrocos, com o apoio da banda local Lem Chaheb, é fundamental na audioteca do global guettotecher.

Fata Morgana era hino nos clubes da Itália, Espanha e Canadá. E, certamente, influenciou muitos artistas arabescos que vieram depois, como Transglobal Underground e Renegade Soundwave. John Peel tocou tanto essa música no seu programa da BBC que um ano depois de lançado, Sahara Elektrik ganhou edição inglesa. Já nos EUA, Brian Eno, David Byrne e Paul Simon eram todos fãs.

Dissidenten & Lem Chaheb – Sahara Elektrik

01. Inshallah
02. Fata Morgana
03. El Mounadi – The Desert Life
04. Sahara Elektrik
05. Casablanca – Wacha Wacha
06. Hidden Track
07. Shadows Go Arab

Bônus

Esse vídeo gravado ao vivo recentemente mostra que os caras ainda estão em forma!

Mestre Verequete RIP

verequete

O Governo do Estado do Pará lamenta profundamente a morte do cantor e compositor Augusto Gomes Rodrigues, o Mestre Verequete, de 93 anos, ocorrida no final da manhã desta terça-feira (3), no hospital Barros Barreto, em Belém.

Ícone da cultura paraense, Verequete ficou famoso como compositor popular de carimbó, o ritmo afro-indígena típico do estado que ficou conhecido nacionalmente. A história de Verequete virou o documentário poético Chama Verequete, em 2002, que, no mesmo ano, conquistou Menção Honrosa, no Festival de Curitiba, e Melhor Música, no Festival de Gramado.

Augusto Gomes Rodrigues, o Verequete, nasceu na localidade de Careca, próximo à Vila de Quatipuru, em Bragança, no dia 26 de agosto de 1916. Aos três anos, após perder a mãe, mudou-se com o pai para Ourém, onde iniciou sua trajetória artística, no terreiro da negra “Piticó”.

Cantor e compositor de carimbó, Verequete foi um dos primeiros divulgadores do ritmo nos subúrbios de Belém. Organizou o conjunto “O Uirapuru”, em Icoaraci, e gravou seu primeiro disco em 1970, reunindo uma série de temas de carimbó.

Fonte: Agência Pará

Baixe o disco Na coluna aqui

Via @gafieiras

Cumbia de los muertos

zompantli
Ozomatli – Cumbia de los muertos

Aqui no existe la tristeza
Solo existe la alegriaes
El baile de los queridos
De los queridos del pasado
Mira como baila mi mama
Bailando con mi hermano del pasado
Sus espiritus se juntan bailando
Lleno de alegria y gozando

Cumbia, cumbia (repeat)

Sierta gente solo puede ver
Espiritus bailando entre la gente
Si pueden verlos bailando mis hermanos
Seran bendicidos entre los cielos
Mira como baila mi mama
Bailando con mi hermano del pasado
Sus espiritus se juntan bailando
Lleno de alegria y gozando

Cumbia, cumbia (repeat)

Chali’s rap:

As sure as your heart muscle rests in your chest cavity
We ask God to bless these festivities
Yet, this hostility felt between you and me stops
Opportunity given to spread unity
2na be rhythmically wiping sadness clear
Reggae cumbia mixtures create this atmosphere
People packin cheer simply ’cause these songs show depth
Giving shouts to these victims of wrongful death
Now, soon as we’re rid of society’s small terrors
The sooner these teenagers don’t have to be pallbearers
And carry their pals nearer to graves premature the cure
Be mature by keeping you hearts pure

My life in the bush of ghosts

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1979-Talking Heads had just completed what for us was a long world wide tour after our Fear Of Music record came out. I then took some time to collapse and recuperate in NY. During this time Brian and Jon Hassel and I began to spend some time together enthusiastically exchanging cassettes and vinyl that we had each found. I seem to remember Jon playing some Milton Nasciamento, which I didn’t get at the time. I myself had a new fascination with African pop music, although aside from Fela there was little information available about any of the artists. There was no World Music guides at this point and no internet.

Maybe inspired by these records Brain, Jon and I fantasized about making a series of recordings based on an imaginary culture. We’d make the record and try to pass it off anonymously as the genuine article. This appealed for a number of reasons- it had a lovely Borges like quality, like one of his stories in which an encyclopedia is discovered that describes a hitherto unknown land. It also appealed, I suspect, partly because it would make us as “authors” more or less invisible. In our imaginings we’d release a record with detailed liner notes explaining the way music functioned in that culture and how it was produced- the kind of extensive notes common on those kinds of records. David Byrne

Produzido por Brian Eno e David Byrne, My life in the bush of ghosts é aquele tipo de disco em que muito se ouve falar mas que na prática pouco se escuta.

28 anos depois de lançado, Bush of ghosts continua soando atual, principalmente para nós guettotechers. Rock, funk, eletrônica, ambient, camadas de percussão, cânticos muçulmanos, samples de rádio fm, e até mesmo uma cerômina de exorcismo, são algumas das características desse disco obrigatório (avant-funk disseram alguns, etno-abstracionista, disseram outros).

Em 2006, Eno e Byrne relançaram Bush of Ghosts com mais uma penca de músicas extra além de terem colocado no ar um site muito bacana, repleto de citações, ensaios, críticas de jornais e periódicos. E mais: sob licença Creative Commons, foram liberadas as multitracks de duas faixas para remixes.

Bush of Ghosts precisa ser ouvido sozinho, com um bom headphone, under the influence. Ele é difícil, tenso, atmosférico, às vezes sinistro.

Brian Eno e David Byrne – My life in the bush of ghosts

1. America Is Waiting
2. Mea Culpa
3. Regiment
4. Help Me Somebody
5. The Jezebel Spirit
6. Very, Very Hungry
7. Moonlight in Glory
8. The Carrier
9. A Secret Life
10. Come with Us
11. Mountain of Needles

Os Homens Hiena

O fotógrafo sul-africano Pieter Hugo desenvolve um trabalho fortemente calcado na crítica social, incluindo ensaios sobre tuberculosos no Malawi, do genocídio em Ruanda, escravidão no Sudão, favelas no Brasil e comunidades de albinos da África do Sul. Sua séria sobre os “Homens Hiena” (na verdade chamada oficialmente de ” The Hyena & Other Men”) rodou o mundo inteiro, tendo sido exposta inclusive numa Bienal de São Paulo.

Os “Homens Hiena” são na verdade menestréis que usam hienas, babuinos e pítons para entreter os habitantes das cidades por onde passam com o intuito de vender ervas medicinais.

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Kuduro Hochi Fu

Quer ouvir os kuduros mais novos e irados de Luanda e não sabe como? A dica não é procurar por artista X ou selo Y, mas sim pelo diretor de clipes Hochi Fu no You Tube.

Noite e Dia – Tá maluca

Big Nelo feat. Vagabanda – Surra

JD feat. Yuri da Cunha – Vão bater mal

Vagabanda – Do manganza

Supremos feat. Djamila Delves – Tá sair bem

Tribalismo Tropical

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Já falamos no alemão Wolfram Lange, o Wolf, algumas vezes aqui na Cheetah. E ainda vamos falar muito mais, porque o cara, que mora no Rio há anos, é um dos grandes pesquisadores de música periférica na blogosfera.

Viajante dos bons, Wolf esteve recentemente no México e garimpou o que ele vêm chamando de Technocumbia ou Tribalcumbia.

Soundgoods – Tribalismo Tropical Mixtape

01. Danza Azteca
02. La Culebrita
03. DJ Retro – Babaninko
04. Chango
05. El Ballo
06. DJ Retro – Guarachosa
07. El Ritmo De La Petaka Tribal
08. DJ Gato – Topota Madre
09. Danza
10. Damas Gratis – Se Te Ve La Tanga
11. A Ritmo De Los Manos
12. Cumbia Tribal
13. Vamos A Bailar
14. Vive La Fiesta
15. Prehispanik
16. DJ Sobrino – Automation
17. Oaxaqueño

Yuri da Cunha

O amigo da Cheetah Felipe Herz Boclin aka Fils aka Filzinho aka Mestre, acaba de voltar de uma trip à Africa, mais especificamente Moçambique, África do Sul e Angola. Sua primeira dica (ele ainda deve à macaca um dossiê extenso!) é o angolano Yuri da Cunha, um dos mais conhecidos cantores de Luanda e que agora excursiona pela Europa abrindo os shows do italiano (WTF) Eros Ramazzotti.

Já faz um tempinho que o kuduro e a música angolana tem marcado presença em Salvador. No carnaval desse ano, teve até Yuri da Cunha! E, vejam só, até no Altas Horas o Yuri deu as caras!!

Terry Lynn, Johan Hugo e Dr Alban. Sem coca.

terrylynn

A notícia é velha e a Cheetah sabe que você está atrás de novidades. Mas como ignorar o belo videoclipe de Jamaican Girls, petardo mor da parceria entre a jamaicana Terry Lynn e o sueco Johan Hugo, metade do Radioclit (sim, nosso blog é Radioclit obsessive)? Por conta de uma brilhante ação da cervejaria Red Tripe, Lynn e Hugo se juntaram para criar 5 faixas que celebram a influência absurda da música jamaicana ao redor do mundo. Tem sons que puxam referências de Max Romeo, Johnny Osbourne, Steel Pulse e a melhor de todas, que tira da obscuridade a pérola No Coke, do Dr. Alban. Que grave, malandro!

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Quem não se lembra de No Coke, sonzera desse nigeriano que virou dentista na Suécia, certamente vai se lembrar dessa aqui de baixo. Ícone do rasta-poperô, Dr Alban tem o seu valor!

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Baixe o EP It was written aqui

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Flickr da Cheetah

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